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CDL Linhares
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Confiança do Consumidor encerra 2019 com 47,0 pontos, patamar acima de 2018, revela indicador CNDL/SPC Brasil
14/02/2020


Número de brasileiros com visão negativa sobre a economia do país recua 10 pontos percentuais em um ano; expetativa para os próximos seis meses da economia mostra empate entre otimistas e pessimistas, mas 56% estão confiantes com futuro das finanças pessoais

 

Ainda que não tenha deslanchado, a percepção dos consumidores brasileiros sobre o ambiente macroeconômico tem apresentado melhoras. O Indicador de Confiança do Consumidor mensurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) encerrou o ano de 2019 com 47,0 pontos. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que quanto maior o número, mais confiantes estão os consumidores. O dado alcançado no último mês de dezembro supera os 45,8 pontos observados no mesmo período de 2018. Já com relação a novembro de 2019, o número ficou praticamente estável (47,2 pontos).

 

A percepção geral dos consumidores, tanto sobre a sua vida financeira quanto com a economia, permanece negativa, mas em um nível pouco mais otimista do que em períodos anteriores. Em cada dez brasileiros, seis (62%) avaliam como ‘ruim’ o atual momento econômico do país – há um ano, esse número era 10 pontos percentuais mais alto, alcançando 72% dos entrevistados. Já o percentual de brasileiros que consideram ‘bom’ o momento econômico atual avançou de 2% para 7%, um número ainda pequeno.  Outros 30% consideram regular.

 

Observando a própria vida financeira, apenas 14% dos consumidores avaliam a condição como ‘boa’. A notícia positiva é que o percentual dos que avaliam a situação como ‘regular’ (47%) supera os que consideram a própria vida financeira ‘ruim’ (38%), que diminuiu dois pontos percentuais em 12 meses.

 

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a melhora gradual da percepção dos consumidores é resultado da reação econômica do país, mas como essa evolução se dá a passos lentos, a percepção dos consumidores também cresce a um ritmo devagar e cauteloso. “Espera-se que com um cenário econômico mais estável, o brasileiro encontre razões para voltar ao consumo de forma mais confiante e comece a pagar suas dívidas”, avalia a economista.

 

Mesmo com inflação controlada, 55% dos brasileiros acham que custo de vida pesa no orçamento

 

Mesmo com a inflação abaixo da meta, 71% dos entrevistados que avaliam o quadro macroeconômico como ‘ruim’ atribuem essa percepção negativa à alta dos preços. Já o desemprego é responsável pela avaliação negativa para 62% das pessoas ouvidas. Os juros elevados são citados por um terço (33%) dos pessimistas com a economia.

 

Para 55% dos entrevistados, o custo de vida é o que mais tem pesado no seu orçamento, seguido do desemprego (20%). Na visão desses consumidores, as despesas que mais subiram nos últimos meses foram os produtos de supermercados (90%), conta de luz (88%), combustíveis (86%) e medicamentos (77%).

 

Futuro da economia divide opiniões, mas maioria está otimista com as próprias finanças

 

Olhando para os próximos seis meses, nota-se um equilíbrio entre as opiniões: 26% dos brasileiros estão otimistas com a situação do país no futuro e igual percentual (26%) está pessimista. Outros 44% se mantêm neutros.

 

Entre os otimistas com o futuro, o fator que mais pesa é a expectativa de que haverá mais estabilidade política do país (38%). Já 28% creem que coisas boas devem acontecer, embora não saibam apontar uma razão clara, enquanto 28% concordam com as medidas econômicas adotadas pelo governo. Já entre os pessimistas, a opinião é fundamentada, principalmente, pelo sentimento de que os preços continuam altos (56%), discordâncias com as medidas econômicas tomadas pelo governo (40%) e a percepção de que não há melhora no emprego (35%).

 

O otimismo é maior, contudo, quando os consumidores são indagados sobre o futuro da sua própria vida financeira. De acordo com o levantamento, 56% dos brasileiros possuem boas expectativas para o seu bolso nos próximos seis meses. A opinião é fundamentada, sobretudo, pela crença de que a economia do país irá melhorar (39%) e a esperança de conseguir um emprego ou aumento de renda (28%). Apenas 8% dos consumidores acreditam que a vida financeira estará ruim nos próximos seis meses e 32% pensam que ela continuará igual.

 

“Pode parecer contraditório observar uma expectativa maior com as próprias finanças do que com a economia brasileira. O fato é que por mais que a situação econômica do país impacte a vida financeira do consumidor no seu dia a dia, ele sabe que assumir um controle efetivo sobre seu bolso e fazer adaptações podem ajudar a enfrentar um ambiente adverso e se a desgarrar da crise”, explica a economista Marcela Kawauti.

 

Metodologia

 

Foram entrevistados 800 consumidores, a respeito de quatro questões principais: 1) a avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia; 2) a avaliação sobre a própria vida financeira; 3) a percepção sobre o futuro da economia e 4) a percepção sobre o futuro da própria vida financeira. O Indicador e suas aberturas mostram que há confiança quando estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica falta de confiança.  Baixe a análise do Indicador de Confiança do Consumidor em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

 

Fonte: CNDL

 

Link da Matéria: https://site.cndl.org.br/confianca-do-consumidor-encerra-2019-com-470-pontos-patamar-acima-de-2018-revela-indicador-cndlspc-brasil/

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08/04/2020 - Nota de posicionamento – Decisão do ministro Ricado Lewandowski (STF)

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) considera um retrocesso a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que condicionou a validade dos acordos de redução de salário e jornada de funcionários de empresas privadas, à manifestação de sindicatos.

 

A decisão foi tomada em uma ação contra a Medida Provisória 936/20, do governo federal, que permite, entre outras medidas, a suspensão de contrato de trabalho por até 60 dias e também a redução de até 70% do salário, com acesso do trabalhador à um benefício com base no seguro-desemprego.

 

Para a CNDL, a MP 936/20 foi uma importante medida anunciada pelo governo federal para a manutenção de milhares de empregos em todo o país.

 

O setor de comércio e serviços, excluindo a administração pública, gera no Brasil mais de 26,4 milhões de empregos, isso representa 57% dos postos de trabalho do país. Com as medidas de isolamento e fechamento de parte dos estabelecimentos, temos somente 40,4% dos negócios funcionando, o que leva a um prejuízo de R$ 7 bilhões por dia.

 

Responsável por 70% do PIB do país, o setor vem buscando junto ao governo federal soluções para a crise econômica causada pela Covid-19.

 

O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda, trazido pela MP 936/20, foi construído pelo governo federal, que ouviu todos os principais setores do país, Entidades, como a CNDL, parlamentares e empresários.

 

A MP foi anunciada como principal medida para salvar empregos, mas a decisão do ministro Lewandowski a inviabiliza e gera mais insegurança jurídica para celebração de acordos individuais. Com isso, hoje, a opção mais segura ao empregador será, infelizmente, a demissão.

 

Nesse momento de crise, torna-se fundamental o entendimento por parte de todos os Poderes e da sociedade, a inviabilidade de se manter os postos de trabalho sem que ocorra um apoio ao empregador e ao empregado.

 

Contamos com entendimento final do plenário do STF contrário à decisão do ministro Lewandowski. A MP 936/20 foi criada como uma alternativa segura para a sobrevivência dos negócios e sobretudo para a proteção do trabalhador nesse momento de pandemia. O empresário não quer demitir seus funcionários, mas precisa de medidas urgentes para mantê-los.

 

 

José César da Costa

Presidente da CNDL

08/04/2020 - A Páscoa, a Covid-19 e a criatividade

Uma das datas mais importantes do varejo será afetada pelo coronavírus, mas os prejuízos podem ser amenizados.  

 

O Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) verificou que os cristãos ultrapassam 87% da população brasileira. Não por acaso, a Páscoa, uma das principais datas da cristandade, também representa um momento importante para varejo brasileiro. Tão importante que os resultados das vendas de chocolate, peixe e vinhos, produtos intrinsecamente ligados à festividade, são usados por economistas para aferir a saúde da economia no país.

 

easter eggsA Páscoa de 2020 não poderá servir como base de comparação para nada. Com as pessoas confinadas em suas casas devido às mediadas de combate ao coronavírus, muitas delas sem salário, é certo que haverá um impacto nas vendas, principalmente de chocolate. “O chocolate é um produto caracterizado pelo consumo em momentos de indulgência e sabemos que, por não ser um item de primeira necessidade, acompanha o desempenho da economia”, disse em janeiro o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Chocolate, Amendoim e Balas (Abicab), Ubiracy Fonsêca. “A recomendação de isolamento social freou uma série de iniciativas, eventos e lançamentos programados para o período que provocou um giro de 180 graus no mercado”, comunicou a Abicab em seu site.

 

As previsões da indústria para o ano eram até favoráveis. Os indicadores prévios de fevereiro, até a primeira semana de março, apresentavam uma tendência de crescimento positiva de 55% na intenção de compra do consumidor se comparada com 2017 e possivelmente igual ou superior ao ano de 2019. Infelizmente, o efeito Covid-19 se impôs a qualquer expectativa, cálculo ou projeção. Para o economista e presidente Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR), Claudio Felisoni de Angelo, o impacto na economia será muito desfavorável. “A pandemia desestabilizou o país e a confiança do consumidor”, avalia.

 

Saída pela solidariedade e criatividade

 

Mas nem tudo está perdido. Se por um lado o coronavírus arrefeceu os ânimos de alguns, ascendeu a chama da criatividade e da solidariedade em outros.  A Brasil Cacau, por exemplo, se uniu ao Hemocentro da Santa Casa de São Paulo na ação solidária “Adoce a Vida de Alguém”, e presenteou as primeiras duas mil pessoas que doaram sangue no local com ovos de Páscoa.

 

Já a Nestlé olhou para dentro e decidiu na última quinta-feira (26/03) suspender a demissão de seus funcionários, mantendo o pagamento integral dos salários. Além disso, a empresa comunicou que trabalha com parceiros do varejo para evitar que a cadeia de distribuição seja afetada pela contaminação.

 

Quem está trabalhando diretamente com o consumidor também está se mexendo. O supermercado Extra apostou nas condições de compra para driblar a crise e vai parcelar em dez vezes sem juros as compras de ovos e bolos de Páscoa, chocolates, bacalhau, azeites e vinhos portugueses.

 

Empresas menores apostam na parceria. A Evino, um dos maiores e-commerces de vinhos do País, se uniu à Dengo Chocolates para oferecer oito kits especiais com vinhos selecionados para harmonizações deliciosas. A Ferrero se juntou ao aplicativo Rappi® para facilitar as entregas de seus produtos na casa dos consumidores.

 

E, claro, muitos correram para o e-commerce. Foi o caso da Hershey´s, que acelerou seu plano de digitalização e deu entrada em três frentes: e-commerce próprio focado no consumidor final; plataforma voltada aos pequenos varejistas; e presença em marketplaces de grandes plataformas online como Americanas e Magazine Luiza.

 

Na sua campanha de Natal, o Pão de Açúcar vai convidar seus clientes a descobrir novos jeitos de estarem juntos, como reuniões por chamadas de vídeo, por exemplo. “São as pequenas felicidades que se tornam gigantes”, diz o texto divulgado pela marca. Assim, as peças publicitárias trazem ícones que remetem diretamente ao universo virtual, como botões de vídeo chamadas e telas em mosaico de pessoas que permanecem juntas, mesmo que distantes presencialmente.

 

O pequeno varejista

 

Para o pequeno varejista, no entanto, algumas saídas não são possíveis, mas as que restam também devem passar pela criatividade. Falamos com o consultor de varejo Marco Quintarelli para orientar o empresário que já fez as suas encomendas e está apreensivo com o cenário geral. A mensagem é: não fique parado!

 

Confira a entrevista!

 

 

WhatsApp Image 2020-04-07 at 18.10.11Que impacto a crise do coronavírus terá sobre a Páscoa 2020?

 

A expectativa antes da pandemia era de um crescimento dentre 6 e 10%, porém não tínhamos ainda um quadro de aumento considerável no câmbio, nem as definições de quarentena, que provocou o fechamento de muitas lojas de varejo, além da redução da movimentação de indivíduos e logística de abastecimento. Ainda é uma incógnita como o mercado irá responder a esta situação.

 

O que os varejistas podem fazer para minimizar esse impacto?

 

Primeiro, seguir com os protocolos de segurança na higiene pessoal e segurança alimentar contra a propagação do coronavírus. Isso é fundamental! Além disso, garantir o abastecimento de gêneros e evitar o aumento de preços da cadeia de abastecimento. Também é importante manter as suas estratégias originais de ações de marketing.

 

Com relação aos empresários que já fizeram suas encomendas, quais alternativas para minimizar eventuais prejuízos?

 

Cada varejista já tem uma noção do seu público. Sugiro que revejam suas estratégias no sentido de seus investimentos x perdas, levando em consideração que os consumidores estão em quarentena e comemorarão a Semana Santa em casa. Esses clientes terão que ser abastecidos de gêneros de primeira necessidade e de diversa categorias. É importante evitar grandes rupturas no abastecimento e ter muito cuidado com os produtos sazonais de alto valor agregado.

 

Como o varejista pode se preparar para ampliar suas vendas nesse cenário?

Acho que um bom caminho são as promoções de preço e de “leve e ganhe”, onde o consumidor se beneficia comprando um volume maior de unidades. Isso com abordagem e degustação de ovos de chocolate, azeites, bacalhau (bolinho, desfiado). Também vale priorizar a exposição de itens sazonais, trabalhar espaços-chave como ilhas e pontas de caixa. Tudo isso auxilia num interesse maior ao consumidor.

 

Como inovar em um momento desses?

 

A Páscoa tem um simbolismo único, mas pode ser “aproveitado” de muitas formas.  O momento agora é de união familiar. A partir daí vale a criatividade do varejista. Ele pode focar em produtos para quem vai confraternizar em casa. São diversos canais que podem ser utilizados para aumento do ticket médio com os produtos sazonais ou de oportunidade.

 

Reprodução - CNDL

 

 

08/04/2020 - CDL Linhares cria campanha “CDL DELIVERY” e apoia vendas não presenciais

A quarentena contra o Coronavírus possui duas vertentes. De um lado está a preservação da saúde, que requer medidas drásticas como o isolamento social. Do outro está a economia, que precisa continuar girando para manter a sobrevivência da humanidade. Contudo, esses dois aspectos não podem ser levados em conta isoladamente. Neste momento de pandemia, um precisa estar ligado ao outro.

 

Sendo assim, a CDL Linhares luta pela manutenção do comércio, mas também tem consciência da importância da prevenção da Covid-19. Com isso apoia as vendas no sistema Delivery e criou mais uma campanha para promover o comércio local chamada de “CDL DELIVERY”.

 

O objetivo é incentivar as vendas online e por telefone com a entrega dos produtos na casa do consumidor. 

 

“A CDL Linhares acredita que, dessa forma, a economia continua girando e nós conseguimos manter um distanciamento social, sem aglomeração de pessoas nas ruas e até mesmo nos transportes públicos. É um momento de pensarmos em todos e criar alternativas que ajudem a diminuir os impactos negativos”, explica a presidente da CDL Linhares, Florises Zardo Salvador.

 

A campanha consiste em divulgar as lojas que estão trabalhando neste formato. O lojista faz a divulgação dos seus produtos ou serviços e as formas de trabalho, publica em suas redes sociais e marca as páginas da CDL Linhares. Assim, a instituição se compromete em compartilhar essas informações, dando mais visibilidade e com isso ajudando a alavancar as vendas.

 

Mais informações no telefone 3264-5050.

 

Redes sociais CDL Linhares

https://www.facebook.com/cdllinharescom/

https://www.instagram.com/cdl_linhares/

 

07/04/2020 - NOTA OFICIAL CDL LINHARES – 06-04-2020

A  CDL Linhares tem ciência das dificuldades enfrentadas pelos lojistas de Linhares e lamenta que algumas decisões das autoridades acabam por agravar ainda mais esta situação, pois desconsideram as demais atividades comerciais que também são importantes para a economia.

 

Porém, as decisões dos governantes estão acima de nossa competência.

 

Temos nos reunido com outras lideranças do comércio para juntos lutarmos por medidas que minimizem os impactos na economia, mas até o momento sem sucesso.

 

Enquanto aguarda a ação das autoridades, a CDL Linhares apresenta ações que visam ajudar os lojistas a enfrentarem a baixa de receitas, como por exemplo:

 

- Prorrogação a mensalidade do mês de março com o vencimento em 18 de abril e parcelar em três vezes, com vencimento em junho, julho e agosto;

 

- Criação da campanha “MORO AQUI, COMPRO AQUI” com o intuito de promover o comércio local, mobilizando os linharenses a comprarem aqui e não em sites e lojas de fora da cidade;

 

- Criação da campanha “CDL LINHARES DELIVERY” incentivando as vendas por entrega em domicílio. A ideia é que os lojistas compartilhem seus serviços de delivery e marque os perfis da CDL Linhares nas redes socias, assim a entidade vai ajudar compartilhando essas informações, além de orientar quanto ao uso das redes para ajudar nas vendas.

 

Além dessas, outras ações também estão em discussão na diretoria da CDL Linhares.

 

Reforçamos que estamos sim trabalhando em prol do comércio de Linhares e contamos com o apoio de todos.

 

Florises Zardo Salvador – presidente da CDL Linhares

 

07/04/2020 - CDL Linhares lança campanha “MORO AQUI. COMPRO AQUI” para ajudar comércio local

A CDL Linhares lançou uma campanha nas redes sociais com o tema “MORO AQUI. COMPRO AQUI”. O objetivo da diretoria da entidade é incentivar os consumidores linharenses a comprarem no comércio local ao invés de comprarem em sites e lojas de outros lugares.

 

“Sabemos que as medidas de prevenção contra o Covid-19 são necessárias, mas com a suspensão das atividades do comércio, nossa economia está sofrendo muito, são perdas que podem ser irreversíveis principalmente para os comerciantes menores. Por isso estamos trabalhando em campanhas que visam incentivar as vendas na cidade”, ressalta Florises Zardo Salvador, presidente da CDL Linhares.

 

A CDL Linhares também prorrogou o vencimento da mensalidade de março e parcelou em três vezes. Ao invés de 18 de abril, a mensalidade terá os vencimentos em junho, julho e agosto.

 

Mais informações no telefone 3264-5050.

 

07/04/2020 - Casagrande sanciona leis com novas medidas para enfrentamento ao coronavírus

O governador do Estado, Renato Casagrande, sancionou, nessa segunda-feira (06), cinco leis com medidas nas áreas econômica, social e de segurança pública para o enfrentamento ao novo Coronavírus (Covid-19) no Espírito Santo. Entre as medidas está a criação do Fundo de Aval no valor de R$ 100 milhões para financiar microempreendedores, autônomos e microempresários. Os municípios capixabas foram autorizados a utilizar até 30% dos repasses do Fundo Cidades em ações de assistência social e saúde.

 

Também foram sancionadas outras três leis na área da segurança pública: autorizando a convocação de policiais militares da reserva remunerada da saúde e alterando a Indenização Suplementar de Escala Operacional (ISEO) para militares, policiais civis e inspetores penitenciários, que também passam a ter direito a escala especial. As novas leis estão publicadas na edição do Diário Oficial do Estado desta terça-feira (07).

 

Em transmissão ao vivo por meio das redes sociais, o governador Casagrande destacou que as medidas fazer do apoio econômico oferecido pelo Governo do Estado aos empresários e empreendedores, que é da ordem dos R$ 300 milhões. Ele também agradeceu os deputados estaduais pela aprovação dos projetos encaminhados pelo Governo. Na área de assistência social, os recursos do Fundo Cidades somam R$ 21,6 milhões para os municípios, que já receberam o repasse de R$ 16,8 milhões oriundo do Estado.

 

Confira as leis publicadas:

 

LEI Nº 11.125: Autoriza o Estado a participar do fundo privado a ser criado pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo - BANDES com a finalidade de garantir diretamente o risco em operações de crédito, concede subsídio financeiro e dá outras providências.

 

LEI COMPLEMENTAR Nº 948: Altera a Lei Complementar nº 662, de 27 de dezembro de 2012, e dá outras providências.

 

LEI COMPLEMENTAR Nº 949: Altera a Lei Complementar nº 743, de 23 de dezembro de 2013, e dá outras providências.

 

LEI COMPLEMENTAR Nº 950: Autoriza a aplicação dos recursos provenientes da Lei Complementar nº 712, de 13 de setembro de 2013, em despesas de custeio nas áreas de saúde e da assistência social enquanto perdurar o Estado de Emergência em Saúde Pública, em decorrência da Pandemia do novo coronavírus (COVID-19).

 

LEI COMPLEMENTAR Nº 951: Altera a Lei Estadual nº 3.196, de 09 de janeiro de 1978, e a Lei Complementar nº 617, de 02 de janeiro de 2012.

 

 

Assessoria de Comunicação do Governo

 

Foto: Hélio Filho/Secom

06/04/2020 - Portaria estabelece medidas obrigatórias de prevenção ao Covid-19 nos setores de comércio e serviços

O Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), publicou a Portaria nº 58, que dispõe sobre as orientações gerais a serem adotadas pelos estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços que estão autorizados a realizar atendimento. O texto reforça a necessidade de boas práticas e da realização de procedimentos de higienização para minimizar o risco de transmissão do novo coronavírus (Covid-19). Também são listadas as condutas adequadas de higiene pessoal e controle de saúde dos colaboradores, além das medidas de atendimento seguro aos clientes.

 

Dentre as medidas listadas na portaria publicada no Diário Oficial do Estado da última sexta-feira (3) estão: a disponibilização de lavatório com água potável corrente, sabonete líquido ou produto antisséptico, toalhas de papel, lixeira para descarte e de dispensers com álcool gel 70% em pontos estratégicos; além da afixação de cartazes de orientação aos clientes sobre as medidas que devem ser adotadas durante as compras e serviços, para evitar a disseminação do vírus.

 

A Portaria determina ainda que seja respeitado o limite de entrada de clientes no estabelecimento para evitar aglomerações, possibilitando uma distância mínima de segurança de 1,5 metro entre pessoas nas filas dos caixas e corredores; bem como a desinfecção, várias vezes ao dia, de superfícies e objetos como carrinhos e cestas de compras, balcões, bancadas, balanças, maçanetas, corrimãos, interruptores, máquinas de cartão, entre outros itens tocados com frequência.

 

O descumprimento do protocolo da Secretaria da Saúde configura infração, punível na forma de legislação, conforme previsto no artigo 4º do Decreto nº 4621, de 03/04/2020. O documento pode ser consultado na aba “Legislação” no site especial sobre o Coronavírus ou pelo link: http://coronavirus.es.gov.br/legislacao. A Sesa poderá emitir outras portarias complementares de acordo com os riscos específicos de cada ramo de atividade.

 

 

Procedimentos preventivos à disseminação do novo Coronavírus (COVID-19) que devem ser adotados:

 

I - Orientar os colaboradores quanto às práticas de higiene pessoal dentro e fora do ambiente de trabalho, destinadas a evitar o contágio e transmissão da doença, tais como:

 

a) Lavar as mãos frequentemente por 40 a 60 segundos com água e sabão, principalmente entre os atendimentos, após qualquer interrupção do serviço, antes de manipular alimentos, nas trocas de atividades, após tocar objetos sujos/contaminados, objetos pessoais e partes do corpo, após manusear resíduos, após uso desanitários, após se alimentar, etc;

b) Utilizar antisséptico à base de álcool 70% para higienização das mãos quando não houver água e sabão;

c) Cobrir a boca ou o nariz com a parte interna do braço ao tossir ou espirrar ou utilizar lenços descartáveis, que devem ser imediatamente descartados e as mãos higienizadas;

d) Evitar o toque de olhos, nariz e boca;

e) Não compartilhar objetos de uso pessoal;

f) Evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas de gripes ou resfriados;

g) Alertar o empregador caso apresente sintomas de gripes e resfriados e adotar o Protocolo de Isolamento Domiciliar da Secretaria de Estado da Saúde (SESA) por 14 dias;

h) Evitar o cumprimento de pessoas por meio de contato físico;

i) Evitar aglomeração de pessoas e manter distanciamento entre os manipuladores, a depender das condições físicas da unidade.

 

II – Disponibilizar permanentemente os seguintes itens necessários para higienização das mãos: lavatório com água potável corrente, sabonete líquido ou produto antisséptico, toalhas de papel e lixeira para descarte;

 

III - Disponibilizar dispensers com álcool gel 70% em pontos estratégicos, destinados à higienização das mãos de colaboradores e clientes;

 

IV - Evitar o compartilhamento de objetos entre funcionários, como calculadoras, computadores, bancadas, canetas, blocos de anotação, entre outros;

 

V - Afixar cartazes de orientação aos clientes sobre as medidas que devem ser adotadas durante as compras e serviços, para evitar a disseminação do vírus;

 

VI - Limitar a entrada de clientes no estabelecimento, para que não haja aglomerações e para que seja possível manter a distância mínima de segurança de 1,5 metros entre pessoas nas filas dos caixas e corredores;

 

VII - Adotar medidas para que seja possível manter o distanciamento mínimo de segurança de 1,5 metros entre os colaboradores;

 

VIII - Utilizar faixas ou marcações para limitar a distância mínima entre o cliente e o colaborador, em casos onde a verbalização (conversa) é essencial (setor de açougue, frios e fatiados, caixas e outros);

 

IX - Sempre que possível, disponibilizar o sistema de venda on-line e/ou a entrega domiciliar de compras;

 

X - Manter o estabelecimento arejado e ventilado;

 

XI - Executar a desinfecção, várias vezes ao dia, com hipoclorito de sódio 1,0% a 2,5% ou álcool 70% em superfícies e objetos como carrinhos e cestas de compras, balcões, bancadas, balanças, maçanetas, corrimãos, interruptores, máquinas de cartão, entre outros itens tocados com frequência;

 

XII - Executar a higienização várias vezes ao dia, das instalações, móveis, maquinários e equipamentos de todo o estabelecimento;

 

XIII- Utilizar saneantes fabricados por estabelecimentos regularizados junto ao órgão fiscalizador competente, obedecendo todas as instruções corretas de diluição e uso;

 

XIV - Não usar panos reutilizáveis para higienização das superfícies, bancadas e outros objetos;

 

XV - Afastar funcionários com sintomas de síndrome gripal (tosse, coriza, febre, falta de ar) e orientá-los a permanecer em isolamento domiciliar por 14 dias, além de procurar atendimento médico, conforme as orientações do Ministério da Saúde;

 

XVI - Remanejar gestantes, lactantes, idosos e portadores de doenças crônicas para funções em que tenham menor contato com outros funcionários e clientes;

 

XVII - As frutas e verduras fracionadas (picadas, cortadas ao meio) só poderão ser comercializadas na existência de local adequado e adoção de boas práticas de manipulação;

 

XVIII - Não oferecer e/ou disponibilizar produtos e alimentos para degustação;

 

XIX - Não se recomenda o uso de luvas para atendimento ao público, deve-se realizar a higienização frequente das mãos com água e sabonete líquido ou álcool a 70%;

 

XX - Organizar os horários de alimentação, onde houver, para evitar aglomeração;

 

XXI - Acompanhar e seguir as determinações dos decretos e portarias estaduais e municipais para cada segmento.

 

XXII - Em situações de entrega, minimizar o contato com o morador, a fim de proteger ambos, além de disponibilizar nos veículos álcool gel ou água e sabão para higienização das mãos antes e após a realização da entrega;

 

XXIII - Para os locais onde estiver permitido o funcionamento na modalidade de autosserviço e consumação no local, devem ser tomadas medidas de segurança, tais como:

 

a) Trocar com frequência os talheres utilizados para servir;

b) Disponibilizar álcool 70% nas proximidades do balcão de exposição;

c) Providenciar barreiras de proteção dos alimentos no balcão, que previnam a contaminação do mesmo em decorrência da proximidade ou da ação do consumidor e de outras fontes;

d) Retirar das mesas objetos que possam ser veículo de contaminação, como jogos americanos, toalhas de mesa, enfeites, displays;

e) Aumentar a distância entre mesas e cadeiras a serem ocupadas, permitindo o afastamento mínimo de 2,0 metros entre as mesas;

f) Intensificar a rotina diária de limpeza e desinfecção de cadeiras, mesas, balcão de exposição, áreas de circulação, etc.

 

XXIV - Os serviços que exigem proximidade com o cliente devem ser evitados e só executados juntamente com medidas específicas para minimizar o risco de transmissão do novo Coronavírus (COVID-19).

 

 

Assessoria de Comunicação da Sesa

03/04/2020 - Prefeitura segue novo decreto do Governo do ES e flexibiliza abertura de algumas atividades comerciais

O prefeito de Linhares Guerino Zanon esteve reunido com representantes de vários segmentos da economia linharense e informou que seguirá os decretos do Governo do Estado do Espírito Santo sobre o funcionamento do comércio em Linhares.  

 

Durante o encontro, Guerino informou que está prorrogado o prazo de suspensão do funcionamento de estabelecimentos comerciais até o próximo dia 12, porém, alguns tipos de comércios foram incluídos no rol de atividades que poderão abrir as portas a partir da próxima segunda-feira (6).

 

O decreto do Governo do ES que foi publicado nesta sexta-feira (3) autoriza o funcionamento das seguintes atividades: lojas de venda de chocolates, lojas de conveniência, lojas de venda de materiais de construção, lojas de venda de peças automotivas, lojas de venda de veículos automotores, borracharias, oficinas de reparação de veículos automotores e de bicicletas. A medida, vale reforçar, entra em vigor na próxima segunda-feira (6).

 

Foi fixado um horário de atendimento presencial das 10h às 16h para lojas de materiais de construção, venda de peças automotivas, venda de veículos automotores, borracharias, oficinas de reparação de veículos automotores e de bicicletas.  A limitação não se aplica no caso de retiradas de mercadorias no próprio estabelecimento e serviço de entrega (delivery).

 

Restaurantes e Lanchonetes

 

Em relação aos restaurantes e lanchonetes, os estabelecimentos estão autorizados a funcionar em Linhares até às 16h e após este horário os que possuem estrutura poderão atender na modalidade delivery. Contudo, aqueles localizados às margens de rodovias estaduais, às margens de rodovias federais e em aeroportos, com exceção dos situados em áreas urbanas, não têm limitação de horário.

 

Enquadram-se no conceito de lojas de venda de materiais de construção, os estabelecimentos de venda de ferragens, ferramentas, material elétrico, materiais hidráulicos, tintas, vernizes e materiais para pintura, mármore, granitos e pedras de revestimento, vidros, espelhos e vitrais, madeira e artefatos e cimento, cal, areia, pedra britada, tijolos e telhas.

 

A secretaria municipal de Saúde, por meio da Vigilância Sanitária, fixará ainda um protocolo a ser observado pelos estabelecimentos comerciais que estiverem com funcionamento autorizado.

 

Fonte: Prefeitura de Linhares

Foto: Felipe Reis

03/04/2020 - Governador prorroga suspensão do comércio até o dia 12 de abril, mas abre novas exceções

A suspensão prevista no Decreto não impede que o estabelecimento comercial realize entrega de produtos (delivery).

 

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, publicou nesta sexta-feira o Decreto n° 4.621-R, de 02 de abril de 2020 que amplia o prazo de suspensão das atividades do comércio em geral até o dia 12 de abril, mas que também flexibiliza o funcionamento de alguns estabelecimentos.

 

O decreto do Governo do ES autoriza o funcionamento das seguintes atividades: lojas de venda de chocolates, lojas de conveniência, lojas de venda de materiais de construção, lojas de venda de peças automotivas, lojas de venda de veículos automotores, borracharias, oficinas de reparação de veículos automotores e de bicicletas. A medida, vale reforçar, entra em vigor na próxima segunda-feira (6). 

 

Vale ressaltar que prefeito de Linhares Guerino Zanon anunciou nesta sexta-feira, dia 3 de abril, que seguirá os decretos do Governo do Estado do Espírito Santo sobre o funcionamento do comércio em Linhares nesse período de combate ao Coronavírus. Dessa forma fica valendo as determinações do Decreto n° 4.621-R, de 02 de abril de 2020 também no município de Linhares.

 

A suspensão prevista no Decreto não impede que o estabelecimento comercial realize entrega de produtos (delivery).

 

Assessoria de Comunição CDL Linhares



Confira abaixo todas as mudanças que ocorreram e que foram divulgadas pelo governo do estado:

 

DECRETO Nº 4.621-R, DE 02 DE ABRIL DE 2020.

 

Dispõe sobre medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do novo coronavírus (COVID-19), e dá outras providências.

 

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no exercício das atribuições legais e constitucionais,

 

Considerando que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação, na forma do art. 196 da Constituição da República;

 

Considerando a Declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional pela Organização Mundial da Saúde em 30 de janeiro de 2020, em decorrência da Infecção Humana pelo novo coronavírus (COVID-19);

 

Considerando a Portaria nº 188/GM/MS, de 3 de fevereiro de 2020, que Declara Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional - ESPIN, em decorrência da Infecção Humana pelo novo coronavírus (COVID-19);

 

Considerando a necessidade de adoção de ações coordenadas para enfrentamento da Emergência em Saúde Pública de Importância Estadual e Internacional, decorrente do novo Coronavírus (COVID-19);

 

Considerando o Decreto Nº 4.593-R, de 13 de março de 2020, que dispõe sobre o estado de emergência em saúde pública no Estado do Espírito Santo e estabelece medidas sanitárias e administrativas para prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos decorrentes do surto de novo coronavírus (COVID-19) e dá outras providências;

 

DECRETA:

 

Art. 1º Ficam definidas neste Decreto medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do novo coronavírus (COVID-19), com caráter complementar a outras ações já constantes nos Decretos nºs 4.597-R, de 16 de março de 2020, 4.599-R, de 17 de março de 2020, 4.600- R, de 18 de março de 2020, 4.601-R, de 18 de março de 2020, 4.604-R, de 19 de março de 2020, 4.605-R, de 20 de março de 2020, 4.606-R, de 21 de março de 2020, 4.607-R, de 22 de março de 2020, 4.616-R, de 30 de março de 2020 e 4.619-R, de 01 de abril de 2020, e em atos normativos editados previamente no âmbito do Estado do Espírito Santo.

 

Art. 2º Fica prorrogada a suspensão, no âmbito do Estado do Espírito Santo, do funcionamento de estabelecimentos comerciais, até o dia 12 de abril de 2020, estabelecida no inciso I do art. 2º do Decreto nº 4.605-R, de 20 de março de 2020.

 

§ 1º Ficam excetuados do caput, sem limitação de horário, o funcionamento de farmácias, comércio atacadista, distribuidoras de gás de cozinha e de água, supermercados, padarias, lojas de produtos alimentícios, inclusive de venda de chocolates, lojas de cuidados animais e insumos agrícolas, postos de combustíveis, lojas de conveniências, borracharias, oficinas de reparação de veículos automotores e de bicicletas e estabelecimentos de vendas de materiais hospitalares.

 

§ 2º Ficam excetuados do caput o funcionamento de lojas de venda de materiais de construção, lojas de venda de peças automotivas, lojas de venda de veículos automotores e restaurantes, com limitação ao horário das 10:00 às 16:00 horas para atendimento presencial, não se aplicando a referida limitação para retiradas no próprio estabelecimento e para entregas (delivery).

 

§ 3º A limitação horária veiculada pelo § 2º não é aplicada a restaurantes localizados às margens de rodovias estaduais, excetuados aqueles em áreas urbanas, às margens de rodovias federais e em aeroportos.

 

§ 4º No caso de o estabelecimento comercial abrangido pela regra do § 1º contar em suas dependências com restaurante, as atividades de fornecimento de alimentação aos clientes devem observar o horário previsto no § 2º.

 

§ 5º Fica vedado o consumo presencial em lojas de conveniência, a que se refere o § 1º.

 

§ 6º Enquadram-se no conceito de lojas de venda de materiais de construção, a que se refere o § 1º, os estabelecimentos de venda de ferragens, ferramentas, material elétrico, materiais hidráulicos, tintas, vernizes e matérias para pintura, mármore, granitos e pedras de revestimento, vidros, espelhos e vitrais, madeira e artefatos e cimento, cal, areia, pedra britada, tijolos e telhas.

 

§ 7º A suspensão prevista no caput não impede que o estabelecimento comercial realize entrega de produtos (delivery).

 

Art. 3º O funcionamento das lojas de venda de materiais de construção, de lojas de venda de peças automotivas, de lojas de venda de veículos automotores e de oficinas de reparação de bicicletas, excetuados da suspensão de funcionamento na forma do § 1º do art. 2º deste Decreto, somente será admitido a partir de 06 de abril de 2020.

 

Art. 4º A Secretaria de Estado de Saúde - SESA fixará o protocolo a ser observado para as atividades que estiverem em funcionamento.

 

Parágrafo único. O descumprimento do protocolo da SESA referido no caput configura infração, punível na forma da legislação.

 

Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

 

Palácio Anchieta, em Vitória, aos 02 dias do mês de abril de 2020, 199º da Independência, 132º da República e 486º do Início da Colonização do Solo Espírito- Santense.

 

JOSÉ RENATO CASAGRANDE

Governador do Estado do Espírito Santo

02/04/2020 - CDL Linhares vai prorrogar mensalidade de março e parcelar em 3 vezes

Mediante aos desafios que o setor varejista de todo o país vem sofrendo devido à pandemia de Coronavírus com a suspensão de suas atividades, a CDL Linhares está buscando medidas para minimizar os impactos no comércio local e ajudar seus associados. 

 

Com isso, a mensalidade referente ao mês de março que venceria o dia 18 de abril, será prorrogada e ainda parcelada em três vezes. Agora, os vencimentos serão para os meses de junho, julho e agosto, aliviando as despesas neste primeiro momento.

 

“Estamos discutindo várias ações para auxiliar nossos associados neste momento, além de buscar junto às autoridades medidas de crédito e prorrogação de prazos de outros pagamentos”, ressalta Florises Zardo Salvador, presidente da CDL Linhares.

 

Aquele associado que quiser pagar em cota única deve solicitar à entidade. 

 

Vele ressaltar que este benefício não contempla o consumo em consultas ao SPC.

 

Mais informações no telefone 3264-5050.

 

E não se esqueça: Vai passar!

 

 

Por Tatiane Serafim - Assessoria de Comunicação da CDL Linhares

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