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Quatro em cada dez idosos passaram a gastar mais com produtos que gostam, mostra pesquisa do SPC Brasil
03/09/2014

Apesar da maior disposição para gastar, 45% sentem dificuldades para encontrar produtos adequados para a sua idade. 64% decidem sozinhos o que fazer com o próprio DINHEIRO


Uma pesquisa inédita realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação FINANCEIRA ‘Meu Bolso Feliz’ com pessoas acima de 60 anos nas 27 capitais revela que o consumidor brasileiro da terceira idade tem aumentado o seu potencial de consumo e a disposição para gastar mais. De acordo com o levantamento, que foi realizado pessoalmente, os idosos têm mudado suas prioridades de consumo com o passar do tempo e hoje, 41% deles afirmam gastar mais com produtos que desejam do que com itens relacionados às necessidades básicas da casa.

Embora representem um nicho promissor – já que a população idosa deve ultrapassar a marca de 30 milhões de indivíduos em 2025, segundo dados do IBGE - o mercado brasileiro parece não estar plenamente preparado para atender às demandas desses consumidores. Pelo menos 45% dos entrevistados afirmaram enfrentar dificuldades para encontrar produtos destinados ao público de sua idade. Essa impressão é mais notada, especificamente, pelas mulheres (47%) e pelas pessoas entre 70 e 75 anos (51%).


Entre os produtos que esses consumidores mais sentem falta estão roupas (20%), celulares com letras e 
tecladas maiores (12%), locais que sejam frequentados por pessoas da mesma idade (9%), turismo exclusivo (7%) e produtos de beleza (3%).


“Os consumidores da terceira idade constituem, um importante mercado a ser explorado pelos setores do comércio e de serviços. A pesquisa indica queque há uma demanda significativa no setor de moda e vestuário para a terceira idade. Essa parcela da população sente falta de peças não estereotipadas e que não os façam se sentir inadequados para a idade que têm”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.


Outro desafio para as empresas, mas que pode representar uma oportunidade de expansão dos negócios, é o comércio eletrônico. Pelo menos 7% dos entrevistados da terceira idade já adquiriram o costume de COMPRARpela internet. É um número ainda reduzido, mas em alguns extratos o percentual aparece com mais força, como entre os idosos que possuem curso superior (26%) e que pertencem as classes A e B (17%).




Mais consumistas e mais independentes


Ao mesmo tempo em que estão consumindo mais, os consumidores brasileiros da terceira idade têm demonstrado um perfil mais exigente em relação aos produtos que estão adquirindo. Exemplo disso é que mais da metade (52%) da amostra alega dar mais valor à qualidade dos produtos, mesmo que seja preciso pagar mais caro por isso. Outra constatação é que quase um quarto (23%) dos idosos incorporou a experiência de ir às COMPRAS como uma atividade de lazer do seu dia a dia.


Seis em cada dez (66%) entrevistados da terceira idade disseram que a vida FINANCEIRA que levam atualmente é melhor do que há alguns anos. Além disso, 72% da amostra considera sua situação financeira estável ou boa. Em relação à fonte de renda, sete em cada dez (73%) entrevistados recebem auxilio da aposentadoria do INSS ou o pagamento de pensão, 14% se dedicam ao trabalho informal ou freelancer, 9% são trabalhadores com carteira assinada, 7% contam com os rendimentos da previdência privada, 5% recebem ajuda dos filhos e somente 4% não possuem qualquer renda.


O levantamento também revela que o DINHEIRO da terceira idade exerce um papel fundamental na vida de muitas famílias brasileiras. Sete em cada dez (74%) entrevistados conseguem satisfazer suas necessidades com os rendimentos que possuem (mesmo que para 37% o salário represente o valor exato para pagar as contas) e pelo menos 94% da população acima dos 60 anos contribuem para o sustento da casa, sendo que 54% são os únicos responsáveis pelo pagamento das despesas.


Mais independentes e com a expectativa de vida melhor do que há algumas décadas, a maior parte dos brasileiros (64%) chega à terceira idade como a único responsável por suas decisões de COMPRAS. É uma parcela considerável, que aumenta para 68% entre as mulheres entrevistas.


“Mesmo considerando as responsabilidades assumidas com o orçamento familiar, eles encontram meios de cumprir suas expectativas de consumo. Com o aumento da expectativa de vida, e a melhora na qualidade de vida dos idosos, o comportamento independente em relação às decisões de consumo será cada vez mais frequente neste grupo”, comenta a economista.




Consumo como lazer


Admitir o fato de se ter chegado à terceira idade não parece ser um problema para os consumidores entrevistados: 83% da amostra acredita pertencer a este grupo. Em média, os entrevistados consideram 63 anos como o marco para a entrada na terceira idade.


Aproveitar a vida é considerado por seis em cada dez entrevistados (66%) como a grande prioridade de suas 
vidas no atual momento. Nesse mesmo sentido, para quase metade (49%) dos idosos ouvidos, neste estágio da vida, aproveitar os momentos consumindo é mais importante do que poupar.


Os entrevistados da terceira idade estão muito bem resolvidos com relação ao modo como preferem passar seu tempo livre. Para 46%, o lazer ficou mais frequente com a chegada da terceira idade e 41% preferem sair a ficar em suas próprias casas. Exemplo disso, é que quase um quinto (18%) dos idosos afirmam gastar parte da renda com alguma atividade física e gastar mais DINHEIRO com viagens do que antigamente (20%).


O levantamento concluiu que alguns hábitos se tornaram mais frequentes. Mais de um terço (33%) dos idosos disseram investir mais em roupas atualmente para ficarem bonitos e manter uma boa aparência - principalmente os idosos da classe C (37%) – e outros 26% afirmam gastar mais com tratamentos estéticos ou utilizar produtos de beleza para se sentir mais jovens.


“Se antes, a velhice era sinônimo de descanso, atualmente, ela significa uma oportunidade de transformar o tempo livre para novas atividades, como lazer, socialização e até mesmo o consumo”, afirma o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz, José Vignoli.


“Uma das principais conclusões da pesquisa é que os consumidores da terceira idade, mais ativos no mercado de trabalho e com melhor qualidade de vida, estão satisfeitos com sua vida FINANCEIRA. Em sua maioria são 
otimistas e começam, inclusive, a demandar produtos específicos para a sua faixa etária.”, comenta a economista Marcela Kawauti.




Metodologia


O objetivo do estudo foi mapear o perfil e o comportamento de consumo da população brasileira idosa. Para chegar às respostas, o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e o portal de educação FINANCEIRA ‘Meu Bolso Feliz’entrevistaram pessoalmente 632 consumidores com idade acima de 60 anos de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro é de no máximo 3,9 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%. Isso significa que em 100 levantamentos com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões.

 

Fonte: SPC Brasil

 
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06/12/2017 - Horários Especiais de Final de Ano Acordado pela Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018

I – Dia 08 de Dezembro de 2017 – Sexta – Feira (Feriado municipal Dia de Nossa Senhora da Conceição):  O comércio lojista poderá funcionar de 08:00 as 18:00 horas, com intervalo mínimo intrajornada de 1 hora. Que pelo dia laborado será pago aos empregados que laborarem neste dia as horas trabalhadas com acréscimo de 100% (cem por cento) sobre o valor da hora normal, ficando estabelecido o valor mínimo de R$ 78,00 (setenta e oito reais), que devera ser pago em espécie no final do expediente, sendo que a empresa também fornecera almoço e transporte gratuito para os mesmos. Será facultado ao lojista trabalhar neste dia com o numero de funcionários que entender necessário, podendo dispensar os demais do labor.

                

II – Dia 16 de Dezembro de 2017- (Sábado): O comércio lojista poderá funcionar de 08:00 as 16:00 horas, com intervalo mínimo de intrajornada  de 1 hora.

 

III – Dia 17 e 24 de Dezembro de 2017 - (Domingo): O comercio lojista de Linhares, excetuadas as empresas que funcionam em Shopping Centers terão o seu funcionamento  de 09:00  as 18: 00 horas  com intervalo  mínimo de intrajornada  de 1 hora. Que pelo dia laborado será pago aos empregados que laborarem neste dia as horas trabalhadas com acréscimo de 100% (cem por cento) sobre o valor da hora normal, ficando estabelecido o valor mínimo de R$ 78,00 (setenta e oito reais), que dever ser pago em espécie no final do expediente, sendo que a empresa também fornecer almoço e transporte gratuito para os mesmos.

Fica estabelecido que os empregados que laborarem no dia 17 de Dezembro de 2017 não poderão trabalhar no dia 24 de Dezembro de 2017 ou vice versa. 

 

IV – Dia 18, 19, 20, 21 e 22 de Dezembro de 2017 – (Segunda, Terça, quarta, Quinta e sexta): O comércio lojista poderá funcionar de 08:00 as 20:00 horas, com intervalo mínimo de intrajornada  de 1 hora.

 

V – Dia 23 de Dezembro de 2017 (Sábado): O comércio lojista poderá funcionar de 08:00 as 18:00 horas, com intervalo mínimo de intrajornada  de 1 hora

 

Das Compensações: Os dias abaixo indicados para a compensação terão jornada de trabalho reduzida para compensar as horas extraordinárias laboradas anteriormente.

 

I – Dia 26 de Dezembro de 2017 - (Terça-Feira – após o natal): Será permitido o labor dos empregados somente após as 09:00 horas.

 

II – Dia 02 de Janeiro de 2018 - (Terça-feira – após Ano Novo): Será permitido o labor dos empregados somente após as 12:00 horas.

 

III – Dia 12 e 13 de Fevereiro de 2018 - (Segunda e Terça-Feira de Carnaval): O comércio lojista não terá expediente nestes dias, sendo proibido o labor dos empregados nestes dias.

 

IV – Dia 14 de Fevereiro de 2018- (Quarta-feira de Cinzas): Será permitido o labor dos empregados somente após as 12:00 horas.

 

 

Confira acordo na integra

25/10/2017 - Cresce para 27% o percentual de micro e pequenos empresários que vão investir neste fim de ano, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

Com a proximidade das festas de fim de ano, 45% dos que vão investir têm como objetivo aumentar vendas; Indicador de Demanda por Crédito registra apenas 10,4 pontos. Maioria vai investir com capital próprio

 

 

Em termos percentuais, apenas 7% dos micro e pequenos empresários dos ramos do comércio e serviços manifestaram a intenção tomar recursos emprestados de terceiros nos próximos três meses. O percentual é o mesmo que o verificado em setembro do ano passado. Os que não pretendem tomar crédito somam 87% dos empresários consultados. Entre os que manifestam a intenção de contratar crédito, as principais finalidades são formar capital de giro (31%), adquirir equipamentos (24%) e pagar dívidas (22%).

 

A maior parte dos micro e pequenos empresários (29%) diz considerar a contratação de crédito algo difícil. Mas há também fatia semelhante que considera fácil (28%). Excesso de burocracia (45%) e juros altos (40%) são os principais motivos entre os que veem dificuldades para tomar recursos financeiros emprestados. A contratação de empréstimo em instituições financeiras é o tipo de crédito mais difícil de ser contratado (23%) na opinião dos entrevistados, seguido dos financiamentos em instituições financeiras (18%) e do crédito junto a fornecedores (10%).

 

O bom relacionamento com o banco, por outro lado, é a principal razão para quem avalia a contratação como algo fácil, citado por 35%. O fato de estar com as contas em dia também é um fator que influencia na facilitação de crédito, mencionado por 23% dos entrevistados.

“Com planejamento, o crédito pode ser uma via de crescimento para os empresários que têm planos de investir. Políticas que reduzam o custo do crédito e retirem os entraves para contratação, sem aumentar o risco dos bancos do outro lado, podem abrir oportunidade de expansão dos micro e pequenos empresários brasileiros”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

 

Metodologia

 

A pesquisa abrange todo o território nacional e considera somente as empresas de micro e pequeno porte que atuam no Varejo e no Setor de Serviços. Seguindo o critério do Anuário do Trabalho Sebrae/Dieese, são consideradas microempresas aquelas com até 9 funcionários e pequenas empresas aquelas com 10 a 49 funcionários. A amostra é constituída de 800.

 

Baixe na integra: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/indices-economicos 

28/06/2017 - Governo federal sanciona lei que permite comércio cobrar mais barato em pagamentos à vista

Para CNDL e SPC Brasil, medida deve estimular economia. Pechinchar e pedir descontos é prática comum para 74% dos consumidores e 77% dos varejistas acreditam que a nova lei é benéfica para seus negócios

 

 

A partir de agora, por força de lei, os comerciantes e empresários do ramo de serviços poderão cobrar, para um mesmo produto, preços diferentes conforme o meio de pagamento. O presidente da República, Michel Temer, sancionará hoje (26/6) a conversão em lei da Medida Provisória 764, que vigora desde dezembro do ano passado e dispõe sobre a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou da forma de pagamento utilizada pelo consumidor. Na prática, a nova lei regulamenta os descontos em compras à vista ou pagas em dinheiro em espécie. Antes da Medida Provisória (MP), os varejistas não tinham permissão legal para cobrar valores menores em produtos pagos à vista. A medida tem como objetivo melhorar o ambiente de negócios, estimular a economia em meio à crise e oferecer um maior poder de barganha aos consumidores.

 

O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), entidade que administra o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), Honório Pinheiro, é um dos convidados a falar na cerimônia de oficialização da nova lei e destaca a importância da sanção da medida. “Essa é uma luta histórica do setor de comércio e serviços que sempre enxergou na diferenciação de preços, uma oportunidade para que o consumidor obtenha melhores preços no pagamento à vista e, para o empresário, que terá a segurança jurídica para estipular uma política de diferenciação considerando as taxas cobradas pelas administradoras dos cartões de crédito. ”, destaca Pinheiro.

 

Participarão da solenidade o ministro da Fazenda Henrique Meirelles e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, além de representantes de diversas entidades do setor de comércio e serviços, como a CNDL e SPC Brasil.

 

77% dos varejistas veem a medida como positiva e 31% notam aumento nos pagamentos à vista

 

De acordo com um levantamento inédito do SPC Brasil e da CNDL, após quase seis meses vigorando, alguns efeitos da medida já podem ser notados. Três em cada dez (31%) micro e pequenos empresários dos ramos do comércio e serviços disseram ter percebido um aumento nos pagamentos realizados à vista entre seus clientes desde que a medida provisória passou a valer. Nesse período, quase um quarto (23%) dos varejistas consultados disse ter sentido algum benefício prático da nova medida, como aumento das vendas em dinheiro (17%), queda da inadimplência (4%) e diminuição nos pagamentos das taxas das máquinas de cartão (3%).

 

A nova lei é avaliada de maneira positiva pela maioria dos empresários consultados: 77% dos varejistas consideram benéfica para o próprio negócio a possibilidade de oferecer descontos para pagamentos à vista. “Além de reduzir os custos com o pagamento das alíquotas das máquinas de cartão, um dos efeitos mais importantes da nova medida é aumentar o recebimento imediato do valor da venda, reduzindo as perdas com a inadimplência dos clientes. Em um momento de dificuldade econômica, a lei será positiva tanto para os empresários como para os consumidores”, explica o presidente Honório Pinheiro.

 

Sete em cada dez brasileiros têm o hábito de pechinchar; Nova lei estimula 76% dos consumidores a pedir descontos quando pagam à vista

 

Do lado dos consumidores, 38% já notaram que as empresas estão oferecendo mais descontos diferenciados para pagamentos à vista na comparação com o ano passado, sobretudo para o pagamento em dinheiro (27%). No total, 39% dos brasileiros têm conhecimento dessa nova lei, ao passo que entre os empresários, o nível de conhecimento é de 53%.

A pesquisa revela, ainda, que pechinchar faz parte da cultura do brasileiro. Sete em cada dez (74%) consumidores assumem o costume de pedir descontos ao realizar compras. Além disso, 76% dos consumidores entrevistados se sentem mais estimulados a pedir descontos nos pagamentos à vista – seja em dinheiro, cheque ou débito – em virtude da nova lei.

 

Metodologia

 

A pesquisa levou em consideração 800 Micro e Pequenas Empresas dos ramos do comércio e serviços com até 49 funcionários e 800 consumidores com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. Ambas as coletas foram realizadas em todas as regiões brasileiras na primeira quinzena de junho.

 

Baixe na integra: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/noticia/3144

09/06/2017 - Refis 2017: contribuinte já pode quitar débitos com IPTU e ISSQN

O projeto que institui o Refis 2017 foi aprovado pela Câmara Municipal e contribuintes devem procurar a Prefeitura de segunda a sexta, das 12 às 18 horas.

 

NOVA SEDE DA PREFEITURA Já está valendo, para o contribuinte de Linhares, o Programa Incentivado de Pagamento em Parcela Única e Parcelado, o Refis Linhares 2017. O projeto de autoria do prefeito Guerino Zanon, foi enviado à Câmara Municipal de Linhares e aprovado por unanimidade pelos vereadores. A iniciativa oferece uma nova chance para os contribuintes do município de quitarem seus débitos com Impostos Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) e Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). A expectativa do Município é de arrecadar R$ 10 milhões.

 

 

"O Refis é uma iniciativa que vai ajudar nossos empreendedores que poderão regularizar suas atividades. Vai permitir que muitos moradores e comerciantes que estão em débito com o setor público possam quitar e seguir em frente, investindo mais e incrementando seus negócios, gerando, inclusive, mais trabalho e renda", destacou o prefeito Guerino Zanon. Os interessados em quitar os débitos deverão procurar o Departamento de Arrecadação Tributária, localizado na sede da Prefeitura de Linhares, na Avenida Augusto Pestana, de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas. O telefone de informações é o 27 3372 6822.

 

 

O Refis 2017 prevê a negociação de débitos em até 6 (seis) parcelas mensais e consecutivas, desde que a parcela mínima mensal seja no valor de R$ 50,00 (cinquenta reais) para pessoa física e R$ 200,00 (duzentos reais) para pessoa jurídica. Em parcela única, com redução de 100% (cem por cento) sobre os valores dos juros e multa moratória. "O Refis tem como objetivos facilitar a quitação para quem tem dívida de tributos com o município e proporcionar condições para reduzir o passivo tributário que se formou ao longo dos anos" destaca o secretário municipal de Finanças, Bruno Margotto Marianelli.

 

 Fonte: http://www.linhares.es.gov.br/

 

Baixe na integra: http://www.linhares.es.gov.br/Noticias/Noticias.aspx?id=6816

06/06/2017 - Compras para o Dia dos Namorados devem injetar 11,5 bilhões na economia, mostram SPC Brasil e CNDL

92 milhões de brasileiros devem ir às compras. Apenas 9% pretendem gastar mais com presentes do que em 2016. Pagamento à vista é escolha de 69% dos consumidores

 

Última data comemorativa do primeiro semestre, o Dia dos Namorados de 2017 deve levar 61% dos brasileiros às compras no período. A partir de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em toda as capitais, estima-se que aproximadamente 92 milhões de brasileiros devem presentar alguém neste 12 de Junho, o que deve injetar cerca de 11,5 bilhões de reais na economia.

 

Ainda que o número de pessoas interessadas em presentear alguém seja alto, a maior parte dos compradores não deve aumentar os gastos na comparação com o ano passado. Apenas 9% desses consumidores disseram que têm a intenção de gastar mais com os presentes. A maior parte (32%) planeja gastar a mesma quantia que em 2016, enquanto 24% pensam em diminuir. Os consumidores indecisos somam 16%.

 

A principal justificativa para 44% dos entrevistados que vão gastar menos no Dia dos Namorados é uma situação financeira ruim, com orçamento apertado (44%). Em seguida, 37% pretendem economizar, 25% devido ao aumento da inflação e da economia instável e 18% por causa de dívidas em atraso. Dentre a minoria, que pretende aumentar os gastos com presentes, o desejo de comprar um produto melhor (56%) e o encarecimento dos presentes (40%) são os mais mencionados. Apenas 8% disseram que vão gastar mais porque tiveram melhoria na renda.

 

Gasto médio com presentes deve ser de R$ 124 e 69% vão pagar à vista

 

O pagamento a vista será o meio mais utilizado pelos consumidores, citado por 69% da amostra, sendo que em 56% dos casos o pagamento será em dinheiro e em 13%, no cartão de débito. O cartão de crédito será usado por 24% dos entrevistados, seja em parcela única (9%) ou em várias parcelas (15%). Entre os que dividirão as compras, seja no cartão de crédito ou de loja, a média é de três prestações por entrevistado.

 

“Em um momento em que as pessoas estão inseguras em seus empregos, comprar o presente à vista é uma boa alternativa para fugir do endividamento. O ideal é não abusar dos parcelamentos para evitar o comprometimento da renda com prestações”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

 

Considerando a soma de todos os presentes adquiridos, o gasto médio deve girar em torno de R$ 124. Este valor aumenta para R$ 158 entre os entrevistados das classes A e B e diminui para R$ 114 entre os respondentes das classes C, D e E. Vale destacar que metade dos entrevistados (50%) ainda não sabe ou não decidiu o quanto vai gastar com o mimo da pessoa amada.

 

De acordo com o levantamento, a maioria (87%) dos consumidores deve comprar apenas um único presente. Metade dos consumidores ouvidos pela pesquisa (50%) acredita que os produtos este ano estão mais caros do que em 2016, sendo a crise econômica o principal motivo para a elevação dos preços (73%), seguido do fato de o Dia dos Namorados ser uma data comemorativa, o que consequentemente aumentaria o preço dos presentes (18%). Por outro lado, 28% consideram que os presentes estão na mesma faixa de preço e somente 5% acreditam que os produtos estão mais baratos.

 

8% vão deixar de pagar alguma conta para poderem presentear

 

Quando perguntados se iriam gastar mais do que podem, 17% dos entrevistados admitem que costumam extrapolar o orçamento na hora das compras de Dia dos Namorados. As justificativas mais frequentes foram o merecimento da pessoa (24%), a vontade de agradar o parceiro, não importando o tamanho do gasto (22%) e a vontade de agradar o parceiro, não importando se o entrevistado teria que fazer dívidas (18%).

 

A pesquisa sinaliza que muitos dos consumidores que vão presentear estão com problemas financeiros: quase três em cada dez (26%) consumidores que pretendem comprar presentes têm contas em atraso atualmente e 22% estão com o nome sujo. Além disto, 8% afirmam que deixarão de pagar alguma conta para poderem presentear. Por outro lado, 78% dos entrevistados declararam que não têm o hábito de passar do limite e estourar o próprio orçamento com a data.

Mais da metade dos consumidores (68%) afirmam ter a intenção de fazer pesquisa de preço antes de comprar presentes, principalmente as mulheres (75%). “Vale reforçar a importância deste comportamento responsável, tendo em vista que a inadimplência é prejudicial tanto para o consumidor, que tem seu acesso ao crédito limitado; quanto para o lojista, que deixa de receber por uma venda já concretizada. Sobretudo em momentos de recessão, o consumidor deve respeitar o tamanho do próprio bolso, fazendo pesquisas de preço e pagando as compras de preferência à vista”, afirma Kawauti.

 

Roupas, perfumes e calçados lideram a preferência de compra.

 

Os presentes mais procurados por quem vai presentear serão as roupas (30%), perfumes, cosméticos e maquiagem (18%), calçados (11%), acessórios como cinto, óculos e bolsas (9%), flores (7%), bombons e chocolates (5%), jantares (4%) e celulares e smartphones (3%).

 

O estudo buscou identificar não apenas os presentes mais procurados por quem vai presentear como detectar também os presentes que o consumidor mais gostaria de receber no Dia dos Namorados. A ordem é a mesma: roupas (23%), perfumes (15%), calçados (10%) e acessórios (9%), que também lideraram o ranking da relação de presentes mais desejados.

 

Quanto aos locais de compras, os shoppings centers são os destaques, com preferência de quase um terço (32%) dos entrevistados. As lojas de rua (22%), shopping populares (10%), lojas de departamento (7%) e lojas online pela internet (4%) completam a lista. Para escolher o local, os fatores mais decisivos são o preço (56%), a qualidade dos produtos ofertados (37%) e as promoções e descontos (32%). Cerca de 36% pretendem fazer as compras de última hora, apenas nas vésperas do Dia dos Namorados.

 

 

A maior parte dos entrevistados (37%) pretende comemorar a data em sua própria casa. A comemoração em restaurantes foi a opção escolhida por 22% dos entrevistados e 8% vão optar pela casa do namorado(a). Dois em cada dez entrevistados (19%) ainda não sabem ou não decidiram onde vão celebrar a data.

 

Baixe na integra: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/pesquisa/3027 

06/04/2017 - Venda de carros e veículos leves cresce 38,86% em Março

Dados divulgados pela Fenabrave mostram que houve uma alta nas vendas de 6,11% em relação ao mesmo período do ano passado

 

Com a melhora no ambiente econômico, o setor de automóveis voltou a crescer. Em março, os emplacamentos de carros e veículos comerciais leves cresceram 38,86% em comparação com o mês anterior.

 

Os dados, divulgados nesta terça-feira (04) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), mostram que houve uma alta nas vendas de 6,11% em relação a março de 2016.

 

Apenas no mês passado, foram vendidos 282.631. Desse total, 183.850 eram automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. No total, houve um aumento de 37,91% na venda de automóveis de todos os tipos neste mês.

 

 

Diante das reformas econômicas, que ajudam a criar mais empregos e renda, o setor começa a esboçar reação diante da recente queda na atividade. No acumulado do ano, as vendas de carros e veículos leves tiveram um leve recuo de 1,12% em relação aos dois primeiros meses de 2016.

 

Fonte: http://www.brasil.gov.br 

 

Baixa na integra: http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2017/04/venda-de-carros-e-veiculos-leves-cresce-38-86-em-marco

 

 

 

 

 

23/02/2017 - Novo indicador de reserva financeira mostra que 62% dos brasileiros não guardam dinheiro

Entre os poupadores, média reservada foi de R$ 481. Maior parte busca proteger-se contra doenças e desemprego. Poupança é o principal destino da reserva, mas 20% ainda guardam dinheiro em casa.

 

Em tempos de discussão sobre a reforma das regras de aposentadoria, falar sobre a formação de reservas financeiras torna-se ainda mais urgente. Assim, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) passam a divulgar, mensalmente, os resultados do Indicador de Reserva Financeira. O índice reunirá dados sobre a quantidade de brasileiros que conseguiram guardar ao menos parte dos seus rendimentos e acompanhará a evolução deste hábito. Em janeiro, 62% dos consumidores afirmam não guardar dinheiro e nem possuir uma reserva. Já cerca de 29% guardam apenas o que sobra do orçamento e apenas 7% reservam um valor fixo mês a mês – somando-se os dois percentuais, 36% têm o costume de guardar alguma quantia.

 

 

O indicador mostra que há diferenças entre classes sociais, como esperado: nas classes A e B, os poupadores habituais, independentemente de o valor ser fixo ou não, somaram 58% dos entrevistados; já nas classes C, D e E somaram 30%. Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, o brasileiro não tem o hábito de poupar e, quando poupa, na maioria das vezes a poupança é o que sobra do orçamento, e não algo planejado. “A formação de uma reserva de dinheiro é um tópico fundamental para o equilíbrio das finanças pessoais, mas tende a ser negligenciada por boa parte dos consumidores. A consequência disso é que, se deparados com um acontecimento imprevisto, muitos acabam inadimplentes”, afirma Pellizzaro.

 

46% precisaram usar sua reserva financeira em dezembro

 

Os entrevistados também foram questionados sobre a poupança que fizeram no mês anterior à pesquisa. O indicador mostra que, em dezembro, expressivos 75% não conseguiram reservar nada de sua renda, contra 23% que conseguiram. A diferença entre as classes também aparece aqui: nas classes A e B, o percentual de poupadores foi de 36%, enquanto nas classes C, D e E foi de 19%. Entre os poupadores, guardou-se, em média, a quantia de R$ 480,85 no mês.

 

“É notável que a maioria dos brasileiros não reservou parte de seu dinheiro em dezembro, inclusive quem pertence a classes de alta renda. A crise econômica certamente tem seu papel no resultado da baixa poupança. Com o crescimento do desemprego, o orçamento familiar tornou-se mais apertado e, em alguns casos, insuficiente até para honrar compromissos já assumidos”, explica Pellizzaro. “Também pesa o fato de a renda média do brasileiro que mantiveram seus empregos ainda ser baixa, independentemente da crise.”

 

Segundo o presidente, as menções ao pagamento de contas são claro sintoma do aperto orçamentário das famílias. De acordo com os dados, mesmo entre os poupadores habituais, 46% precisaram dispor de sua reserva financeira em dezembro. Os principais motivos foram o pagamento de dívidas (13%), despesas extras (11%), de contas da casa (12%), imprevistos (4%) e também o consumo (8%).

 

O levantamento ainda mostra que a maior parte dos poupadores busca, ao fazer uma reserva, proteger-se contra imprevistos como doenças, morte de entes (43%) ou mesmo o desemprego (31%). Há também 27% que poupam pensando em garantir um futuro melhor para a família e 24% que poupam com vistas à realização de um sonho de consumo – 23% citam os planos de viajar e 18% mencionam a compra ou quitação da casa.

 

 

A reserva financeira com foco na aposentadoria foi citada apenas por 17% dos entrevistados. “É um percentual bastante baixo, já que estamos considerando apenas a realidade dos poupadores”, indica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “A longo prazo, a falta de preparo cobra seu preço. Sem constituir uma reserva ao longo da vida, muitos idosos são obrigados a rever seu padrão de consumo ou acabam na dependência de terceiros. Em tempos de discussão sobre a reforma das regras de aposentadoria, o tema torna-se ainda mais urgente.”

 

Poupança é o principal destino da reserva, mas 20% ainda guardam dinheiro em casa

 

O indicador revela que o principal destino do dinheiro reservado ainda é a caderneta de poupança, citada por 62% dos entrevistados que fazem reserva. Também chama a atenção o fato de que 20% dos poupadores guardam dinheiro em casa. Os fundos de investimento foram mencionados por 10% e a Previdência Privada por 6%. A lista segue com outras opções de investimento em renda fixa e com a Bolsa de Valores, mas todos citados por menos de 5% desses entrevistados.

 

 

“Como se nota, a carteira de investimento do poupador brasileiro é bastante conservadora. Cultivar o hábito de reservar dinheiro é um passo importante, mas o consumidor deve considerar o retorno financeiro”, aconselha Kawauti. “Se o investidor opta por uma aplicação de menor rendimento quando há outros que oferecem retornos maiores, é como se ele estivesse perdendo dinheiro. Nos últimos anos, quem optou pela poupança, teve parte de seu dinheiro corroído pela inflação ou, no máximo, alcançou um rendimento real muito baixo”, segundo a economista. “No caso de quem manteve o dinheiro em casa, as perdas foram ainda maiores”, conclui.

 

Metodologia

 

A pesquisa abrangeu 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 801 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

 

Baixe a análise do Indicador de Reserva Financeira no link:

https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos 

 

 

Fonte: http://www.cndl.org.br/categoria/geral/

 

Baixe na integra: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/indice/2546

 

 

 

22/02/2017 - Polícia Civil e a Guarda Municipal receberam uma homenagem da Câmara de Dirigentes Lojistas de Linhares

O café da manhã foi realizado na sede da entidade, no bairro Colina.

Os nossos heróis! Por onde passam são recebidos assim, com carinho e respeito de toda comunidade. Pensando nisso a Câmara de Dirigentes Lojistas de Linhares promoveu na manhã desta quarta-feira (22), um café da manhã em homenagem aos profissionais que tiveram papel essencial na crise de segurança que atinge o Estado do Espírito Santo. Também estiveram presentes no evento o secretário de Segurança e cidadania de Linhares, Coronel Jones da Silva de Freitas Mattos, e o vice-prefeito de Linhares, Paulinho Joaquim do Nascimento, o titular da Delegacia de Crimes Contra a Vida de Linhares, André Jaretta, o presidente do Consel Márcio Roney, além de outras autoridades e comerciantes.

 

Na oportunidade a presidente da instituição, Jhullia Maria Americo Schvambach, ressaltou a importância dos GMs para que a vida dos Linharenses voltasse ao normal diante a paralisação das atividades da Polícia Militar. "Essa homenagem é muito pequena comparada aos serviços prestados por nossa Guarda e Agentes de trânsito. Eles, juntos a Polícia Civil e ao Corpo de Bombeiros, fizeram além de suas designações em busca do bem comum. Promoveram um verdadeiro exemplo de cidadania. O comércio esteve protegido", destaca Jhullia.

 

"A Secretaria Municipal de Cidadania e Segurança Pública trabalha em favor da população e tem o intuito de proteger, prevenindo e controlando manifestações da criminalidade e da violência. Não poderíamos nos omitir. Fomos para as ruas e conseguimos com muita competência um feito do qual muito nos orgulhamos. A Guarda tem a sua força e a Prefeitura numa união de secretarias manteve os serviços públicos em atividade", destacou o secretário de Segurança Pública, Coronel Jones da Silva de Freitas Mattos.

 

Quem também garantiu elogios aos nossos homens e mulheres da Guarda foi o vice-prefeito de Linhares, Paulinho da Panan, que na oportunidade parabenizou e reafirmou a continuidade dos trabalhos. "Sem a nossa Guarda Municipal seria impossível restabelecer a ordem e garantir a segurança dos nossos cidadãos. Devemos o funcionamento de nossa cidade a cada um deles. Agora é manter a continuidade aos serviços", finalizou.

 

 

Lembrando que em caso de ocorrência, a Guarda Municipal de Linhares disponibiliza o telefone 153 para atender a comunidade.  

 

Fonte: http://www.linhares.es.gov.br/Noticias/Noticias.aspx?id=6609

08/02/2017 - 3 regras simples para um atendimento excepcional ao cliente

Atendimento ao cliente é um grande desafio para todas as empresas, de quaisquer tamanhos e segmentos de atuação.

Dúvida do leitor: o que posso fazer para dar o melhor atendimento ao meu cliente, de uma forma diferente e agradável?

 

Atendimento ao cliente é um grande desafio para todas as empresas, de quaisquer tamanhos e segmentos de atuação. O sucesso e perenidade das organizações em seus mercados têm nesse atendimento o seu fator crítico.

 

Você menciona uma “forma diferente e agradável”. Esses adjetivos remetem a um conceito que representa uma evolução no entendimento do que seja atenção ao cliente: a “experiência do cliente”. Associado a essa experiência, existe também o conceito da “jornada do cliente”.

 

A jornada do cliente é caminho ou caminhos que seu cliente percorre durante o relacionamento com você. Reflete, em última instância, qual o comportamento que ele demonstra no dia a dia das interações com sua empresa. Como ele compra qual o canal, como ele usa seus serviços e como ele fala com você quando precisa de ajuda, por exemplo.

 

A experiência do seu cliente nessas atividades e nos diferentes canais tem sido entendida como fundamental para manutenção do interesse dele na sua empresa, durante a sua jornada.

 

Assim, se você deseja que seu cliente tenha uma experiência diferente e agradável em sua jornada com você, a recomendação é que evite presumir o que é diferente e agradável para seu cliente e procure entender o que ele espera de sua empresa e ofereça isso a ele.

 

Você será diferente e agradável sempre que, no entender do seu cliente, atender às suas expectativas.

 

1. Não generalize seus clientes

A segunda recomendação aqui é não generalizar. As expectativas do cliente variam quase sempre de grupo para grupo de clientes, assim como conceitos e posturas. Assim, tome muito cuidado para entender os grupos e prover experiências adequadas a cada um deles.

 

2. Tenha um produto compatível com a experiência oferecida

Em empresas que desenvolvem seus produtos e serviços, as premissas e processos para a experiência de clientes devem estar no topo do próprio processo de desenvolvimento.

 

Dessa forma, os pré-requisitos para a construção desta experiência estão presentes desde a própria concepção do produto. Dificilmente você poderá fornecer uma boa experiência a seu cliente se o seu produto não for compatível com ela.

 

3. Bom atendimento não é raridade: é costume

A terceira recomendação é não considerar em nenhuma hipótese o atendimento ou experiência do cliente como um diferencial. São pontos necessários para que um negócio possa se desenvolver nos dias de hoje.

 

Em qualquer segmento, seja qual o produto ou serviço que você pretenda fornecer, a garantia da boa experiência de seu cliente deve estar presente em toda sua jornada.

 

 

O cliente de hoje compara experiências. Ele busca a melhor. Quem não se preocupa com isso estará fora do mercado em pouquíssimo tempo.


Fonte: http://exame.abril.com.br/

 


Baixa na integra: http://www.cndl.org.br/categoria/geral

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

31/01/2017 - Carro, viagens e faculdade são principais itens que os jovens desejam mas não compram por falta de crédito.

77% dos jovens já se arrependeram ao comprar o que não precisavam. Para economizar, 86% fazem pesquisa de preço e controle do celular.

 

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) sobre o consumo e utilização responsável de crédito e dinheiro pela juventude mostra que os itens de maior demanda de consumo para os próximos três meses são roupas (62%), calçados (48%) e cosméticos ou perfumes (44%). Entre os itens que os jovens desejam comprar, mas não podem por falta de crédito que facilite a aquisição estão: carro e moto (35%), viagens (26%), faculdade (22%, aumentando para 26% entre as classes C, D e E) e celular ou smartphone (18%).

 

Entre os itens mais caros, as preferências para os próximos 12 meses são smartphones (36%), viagens (34%, com destaque para as classes A e B), e carro ou moto (30%).

Gastos relacionados a educação estão nos planos de poucos jovens: 9% querem fazer intercâmbio ou curso de línguas fora do país (com esse número subindo para 17% nas classes A e B) e 8% planejam uma pós-graduação ou MBA. Para Marcela Kawauti, o baixo índice de jovens interessados em investir na formação acadêmica preocupa. “Com o mercado de trabalho cada vez mais exigente, o jovem deveria encarar a educação como um investimento e priorizar esse tipo de gasto ao invés de outros itens de consumo que poderiam ser adiados. O jovem precisa trabalhar para sobreviver e, às vezes, a educação fica em segundo plano. É uma questão de prioridade e que foi mais agravada pela recessão que o país atravessa”, avalia.

 

Dentre os que planejam alguma compra de grande valor para os próximos 12 meses, 60% afirmam ter reservas financeiras para esta finalidade, sendo que 31% vão continuar guardando para comprar à vista. Dos que não possuem reserva (40%), metade diz que vai fazer bicos para conseguir juntar o dinheiro, principalmente nas classes C, D e E (24%). Somente 3% não pretendem adquirir algum item mais caro.

 

Maioria dos jovens brasileiros já se arrependeu ao comprar o que não precisava

A pesquisa demonstra que a maioria dos jovens brasileiros é impulsiva na hora da compra: 77% já se arrependeram ao comprar o que não precisavam. Além disso, o estudo revela que o consumo é valorizado pela maioria dos jovens, sendo que 86% afirmam que comprar aquilo que querem é uma das grandes alegrias da vida e três em cada quatro (75%) dizem que o objetivo na vida é trabalhar muito para poder adquirir bens como carro, celular, roupas, entre outros.

 

Por mais que 79% digam não se importar com marcas na hora da compra, mas sim com a qualidade do produto, quatro em cada dez jovens afirmam que os bens que a pessoa possui mostram seu estilo, personalidade e valores (38%), e 36% também valorizam quando a pessoa chama atenção por onde passa por conta de estilo de vida e coisas que possuem.

 

Em alguns casos, o consumismo gera comportamentos inadequados, como brigar com parentes pela forma como gastam seu dinheiro (23%) e deixar de pagar contas para adquirir um item desejado (19%). Segundo Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, o jovem deve ficar atento aos seus hábitos financeiros para não ter problemas no futuro. “É importante que o jovem identifique e elimine desde cedo atitudes da sua vida financeira que possam trazer endividamento, atrasar e até mesmo inviabilizar a realização de sonhos importantes”, afirma Kawauti. “A pessoa pode aproveitar a vida, fazer uma grande viagem e financiar os estudos, desde que definam quais são as prioridades. A partir de então, é importante disciplina para atingir um objetivo de cada vez e evitar fazer compras não planejadas, que podem atrasar a realização do sonho”, completa.

 

Jovens buscam economizar por meio de pesquisa de preço e controle de telefonia celular

Ainda que os jovens não tenham problema em admitir o gosto pelo consumo, a maioria dos entrevistados (86%) garante que sempre pesquisa antes de fazer alguma compra e 62% sempre pedem descontos. Também visando gastar menos, 75% dos jovens controlam a conta do telefone mês a mês e 75% falam ao celular apenas o necessário. Já 73% preferem conversar por mensagens ou aplicativos para economizar.

 

O planejamento de compras faz parte da rotina de uma quantidade significativa dos entrevistados: 82% se planejam para compras do dia a dia e 77% para as compras de produtos mais caros e 79% se preparam e sabem exatamente quanto têm para gastar. Para não comprometer o rendimento mensal, 67% afirmam evitar fazer compras parceladas.

 

 

Por mais que a maioria dos jovens saiba o quefazer para economizar, isso não significa que as boas práticas financeiras sejam, de fato, praticadas por todos, dado que 41% preferem parcelar a compra mesmo quando o valor não é muito alto para poder comprar mais; 33% admitem comprar mais do que o planejado, 32% cedem aos impulsos quando querem muito algo, 32% gastam mais do que o planejado para comprar produtos que mostram seu estilo e personalidade, 31% acreditam que vale a pena fazer uma dívida para comprar uma roupa que os façam sentir especiais, e 29% ás vezes perdem a noção do quanto podem gastar em um balada e extrapolam o orçamento.

 

Fonte: http://www.cndl.org.br/categoria/geral/


Baixar na integra: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/noticias

 

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