Diretoria

Jhullia Maria Americo Schvambach

Presidente

(Emporium)

Carmem Rigoni

Vice-Presidente

(Ponto de Luz)

Izaura Maria Pandolfi Piana

Diretora Financeira

(Rosatur Turismo)

Daniel Cesconeto Junior

Diretor Administrativo

(Los Netos)

Weverton Ziviani Leite

Diretor de SPC

(Sinal Verde)

Marcelo Japhet Giurizatto

Diretor de Marketing

(Rede Ouro Negro)

Angela Maria Nunes Massete

Diretora Social

(Boutique Armação)

Rubens Machado Niero Junior

Conselho Fiscal Titular

(Casa das Motos)

Lodovico Fae Taqueti

Conselho Fiscal Titular

(Taquetti Variedades)

Nirson Schowambach

Conselho Fiscal Titular

(All Jarreau)

Rafael Biancardi Dos Santos

Conselho Fiscal Suplente

(Dragão Móveis)

Wenna Maria Pereira Dos Santos

Conselho Fiscal Suplente

(Opção de Vida)

Emiliana Almenara Pelisson Santos

Conselho Consultivo

(Almenara)

Florises Zardo Salvador

Conselho Consultivo

(Florises Cosméticos)

Sebastião Prando

Conselho Consultivo

(Associado Honorífico)

Galeria de Ex-Presidentes

Marcelo Japhet Giurizatto

2014/2016

Izaura Maria Pandolfi Piana

2011/2013

Emiliana Almenara Pelisson Santos

2007/2010

Florises Zardo Salvador

2005/2007

Cleso Herbert Pontes Pereira

1995 / 1997; 1997 / 1999; 2000 / 2001

Paulo Alves de Assis

1993 / 1995

Sebastião Prando

1991 / 1993; 2003 / 2005

Fernando Nicola Barbosa

1987 / 1989; 1989 / 1991

Ilson Alves Pessoa

1985 / 1987

Clovis Dadalto

1983 / 1985; 2001 / 2003

Braz Piana

1979 / 1981; 1981 / 1983

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25/10/2017 - Cresce para 27% o percentual de micro e pequenos empresários que vão investir neste fim de ano, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

Com a proximidade das festas de fim de ano, 45% dos que vão investir têm como objetivo aumentar vendas; Indicador de Demanda por Crédito registra apenas 10,4 pontos. Maioria vai investir com capital próprio

 

 

Em termos percentuais, apenas 7% dos micro e pequenos empresários dos ramos do comércio e serviços manifestaram a intenção tomar recursos emprestados de terceiros nos próximos três meses. O percentual é o mesmo que o verificado em setembro do ano passado. Os que não pretendem tomar crédito somam 87% dos empresários consultados. Entre os que manifestam a intenção de contratar crédito, as principais finalidades são formar capital de giro (31%), adquirir equipamentos (24%) e pagar dívidas (22%).

 

A maior parte dos micro e pequenos empresários (29%) diz considerar a contratação de crédito algo difícil. Mas há também fatia semelhante que considera fácil (28%). Excesso de burocracia (45%) e juros altos (40%) são os principais motivos entre os que veem dificuldades para tomar recursos financeiros emprestados. A contratação de empréstimo em instituições financeiras é o tipo de crédito mais difícil de ser contratado (23%) na opinião dos entrevistados, seguido dos financiamentos em instituições financeiras (18%) e do crédito junto a fornecedores (10%).

 

O bom relacionamento com o banco, por outro lado, é a principal razão para quem avalia a contratação como algo fácil, citado por 35%. O fato de estar com as contas em dia também é um fator que influencia na facilitação de crédito, mencionado por 23% dos entrevistados.

“Com planejamento, o crédito pode ser uma via de crescimento para os empresários que têm planos de investir. Políticas que reduzam o custo do crédito e retirem os entraves para contratação, sem aumentar o risco dos bancos do outro lado, podem abrir oportunidade de expansão dos micro e pequenos empresários brasileiros”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

 

Metodologia

 

A pesquisa abrange todo o território nacional e considera somente as empresas de micro e pequeno porte que atuam no Varejo e no Setor de Serviços. Seguindo o critério do Anuário do Trabalho Sebrae/Dieese, são consideradas microempresas aquelas com até 9 funcionários e pequenas empresas aquelas com 10 a 49 funcionários. A amostra é constituída de 800.

 

Baixe na integra: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/indices-economicos 

28/06/2017 - Governo federal sanciona lei que permite comércio cobrar mais barato em pagamentos à vista

Para CNDL e SPC Brasil, medida deve estimular economia. Pechinchar e pedir descontos é prática comum para 74% dos consumidores e 77% dos varejistas acreditam que a nova lei é benéfica para seus negócios

 

 

A partir de agora, por força de lei, os comerciantes e empresários do ramo de serviços poderão cobrar, para um mesmo produto, preços diferentes conforme o meio de pagamento. O presidente da República, Michel Temer, sancionará hoje (26/6) a conversão em lei da Medida Provisória 764, que vigora desde dezembro do ano passado e dispõe sobre a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou da forma de pagamento utilizada pelo consumidor. Na prática, a nova lei regulamenta os descontos em compras à vista ou pagas em dinheiro em espécie. Antes da Medida Provisória (MP), os varejistas não tinham permissão legal para cobrar valores menores em produtos pagos à vista. A medida tem como objetivo melhorar o ambiente de negócios, estimular a economia em meio à crise e oferecer um maior poder de barganha aos consumidores.

 

O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), entidade que administra o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), Honório Pinheiro, é um dos convidados a falar na cerimônia de oficialização da nova lei e destaca a importância da sanção da medida. “Essa é uma luta histórica do setor de comércio e serviços que sempre enxergou na diferenciação de preços, uma oportunidade para que o consumidor obtenha melhores preços no pagamento à vista e, para o empresário, que terá a segurança jurídica para estipular uma política de diferenciação considerando as taxas cobradas pelas administradoras dos cartões de crédito. ”, destaca Pinheiro.

 

Participarão da solenidade o ministro da Fazenda Henrique Meirelles e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, além de representantes de diversas entidades do setor de comércio e serviços, como a CNDL e SPC Brasil.

 

77% dos varejistas veem a medida como positiva e 31% notam aumento nos pagamentos à vista

 

De acordo com um levantamento inédito do SPC Brasil e da CNDL, após quase seis meses vigorando, alguns efeitos da medida já podem ser notados. Três em cada dez (31%) micro e pequenos empresários dos ramos do comércio e serviços disseram ter percebido um aumento nos pagamentos realizados à vista entre seus clientes desde que a medida provisória passou a valer. Nesse período, quase um quarto (23%) dos varejistas consultados disse ter sentido algum benefício prático da nova medida, como aumento das vendas em dinheiro (17%), queda da inadimplência (4%) e diminuição nos pagamentos das taxas das máquinas de cartão (3%).

 

A nova lei é avaliada de maneira positiva pela maioria dos empresários consultados: 77% dos varejistas consideram benéfica para o próprio negócio a possibilidade de oferecer descontos para pagamentos à vista. “Além de reduzir os custos com o pagamento das alíquotas das máquinas de cartão, um dos efeitos mais importantes da nova medida é aumentar o recebimento imediato do valor da venda, reduzindo as perdas com a inadimplência dos clientes. Em um momento de dificuldade econômica, a lei será positiva tanto para os empresários como para os consumidores”, explica o presidente Honório Pinheiro.

 

Sete em cada dez brasileiros têm o hábito de pechinchar; Nova lei estimula 76% dos consumidores a pedir descontos quando pagam à vista

 

Do lado dos consumidores, 38% já notaram que as empresas estão oferecendo mais descontos diferenciados para pagamentos à vista na comparação com o ano passado, sobretudo para o pagamento em dinheiro (27%). No total, 39% dos brasileiros têm conhecimento dessa nova lei, ao passo que entre os empresários, o nível de conhecimento é de 53%.

A pesquisa revela, ainda, que pechinchar faz parte da cultura do brasileiro. Sete em cada dez (74%) consumidores assumem o costume de pedir descontos ao realizar compras. Além disso, 76% dos consumidores entrevistados se sentem mais estimulados a pedir descontos nos pagamentos à vista – seja em dinheiro, cheque ou débito – em virtude da nova lei.

 

Metodologia

 

A pesquisa levou em consideração 800 Micro e Pequenas Empresas dos ramos do comércio e serviços com até 49 funcionários e 800 consumidores com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. Ambas as coletas foram realizadas em todas as regiões brasileiras na primeira quinzena de junho.

 

Baixe na integra: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/noticia/3144

09/06/2017 - Refis 2017: contribuinte já pode quitar débitos com IPTU e ISSQN

O projeto que institui o Refis 2017 foi aprovado pela Câmara Municipal e contribuintes devem procurar a Prefeitura de segunda a sexta, das 12 às 18 horas.

 

NOVA SEDE DA PREFEITURA Já está valendo, para o contribuinte de Linhares, o Programa Incentivado de Pagamento em Parcela Única e Parcelado, o Refis Linhares 2017. O projeto de autoria do prefeito Guerino Zanon, foi enviado à Câmara Municipal de Linhares e aprovado por unanimidade pelos vereadores. A iniciativa oferece uma nova chance para os contribuintes do município de quitarem seus débitos com Impostos Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) e Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). A expectativa do Município é de arrecadar R$ 10 milhões.

 

 

"O Refis é uma iniciativa que vai ajudar nossos empreendedores que poderão regularizar suas atividades. Vai permitir que muitos moradores e comerciantes que estão em débito com o setor público possam quitar e seguir em frente, investindo mais e incrementando seus negócios, gerando, inclusive, mais trabalho e renda", destacou o prefeito Guerino Zanon. Os interessados em quitar os débitos deverão procurar o Departamento de Arrecadação Tributária, localizado na sede da Prefeitura de Linhares, na Avenida Augusto Pestana, de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas. O telefone de informações é o 27 3372 6822.

 

 

O Refis 2017 prevê a negociação de débitos em até 6 (seis) parcelas mensais e consecutivas, desde que a parcela mínima mensal seja no valor de R$ 50,00 (cinquenta reais) para pessoa física e R$ 200,00 (duzentos reais) para pessoa jurídica. Em parcela única, com redução de 100% (cem por cento) sobre os valores dos juros e multa moratória. "O Refis tem como objetivos facilitar a quitação para quem tem dívida de tributos com o município e proporcionar condições para reduzir o passivo tributário que se formou ao longo dos anos" destaca o secretário municipal de Finanças, Bruno Margotto Marianelli.

 

 Fonte: http://www.linhares.es.gov.br/

 

Baixe na integra: http://www.linhares.es.gov.br/Noticias/Noticias.aspx?id=6816

06/06/2017 - Compras para o Dia dos Namorados devem injetar 11,5 bilhões na economia, mostram SPC Brasil e CNDL

92 milhões de brasileiros devem ir às compras. Apenas 9% pretendem gastar mais com presentes do que em 2016. Pagamento à vista é escolha de 69% dos consumidores

 

Última data comemorativa do primeiro semestre, o Dia dos Namorados de 2017 deve levar 61% dos brasileiros às compras no período. A partir de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em toda as capitais, estima-se que aproximadamente 92 milhões de brasileiros devem presentar alguém neste 12 de Junho, o que deve injetar cerca de 11,5 bilhões de reais na economia.

 

Ainda que o número de pessoas interessadas em presentear alguém seja alto, a maior parte dos compradores não deve aumentar os gastos na comparação com o ano passado. Apenas 9% desses consumidores disseram que têm a intenção de gastar mais com os presentes. A maior parte (32%) planeja gastar a mesma quantia que em 2016, enquanto 24% pensam em diminuir. Os consumidores indecisos somam 16%.

 

A principal justificativa para 44% dos entrevistados que vão gastar menos no Dia dos Namorados é uma situação financeira ruim, com orçamento apertado (44%). Em seguida, 37% pretendem economizar, 25% devido ao aumento da inflação e da economia instável e 18% por causa de dívidas em atraso. Dentre a minoria, que pretende aumentar os gastos com presentes, o desejo de comprar um produto melhor (56%) e o encarecimento dos presentes (40%) são os mais mencionados. Apenas 8% disseram que vão gastar mais porque tiveram melhoria na renda.

 

Gasto médio com presentes deve ser de R$ 124 e 69% vão pagar à vista

 

O pagamento a vista será o meio mais utilizado pelos consumidores, citado por 69% da amostra, sendo que em 56% dos casos o pagamento será em dinheiro e em 13%, no cartão de débito. O cartão de crédito será usado por 24% dos entrevistados, seja em parcela única (9%) ou em várias parcelas (15%). Entre os que dividirão as compras, seja no cartão de crédito ou de loja, a média é de três prestações por entrevistado.

 

“Em um momento em que as pessoas estão inseguras em seus empregos, comprar o presente à vista é uma boa alternativa para fugir do endividamento. O ideal é não abusar dos parcelamentos para evitar o comprometimento da renda com prestações”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

 

Considerando a soma de todos os presentes adquiridos, o gasto médio deve girar em torno de R$ 124. Este valor aumenta para R$ 158 entre os entrevistados das classes A e B e diminui para R$ 114 entre os respondentes das classes C, D e E. Vale destacar que metade dos entrevistados (50%) ainda não sabe ou não decidiu o quanto vai gastar com o mimo da pessoa amada.

 

De acordo com o levantamento, a maioria (87%) dos consumidores deve comprar apenas um único presente. Metade dos consumidores ouvidos pela pesquisa (50%) acredita que os produtos este ano estão mais caros do que em 2016, sendo a crise econômica o principal motivo para a elevação dos preços (73%), seguido do fato de o Dia dos Namorados ser uma data comemorativa, o que consequentemente aumentaria o preço dos presentes (18%). Por outro lado, 28% consideram que os presentes estão na mesma faixa de preço e somente 5% acreditam que os produtos estão mais baratos.

 

8% vão deixar de pagar alguma conta para poderem presentear

 

Quando perguntados se iriam gastar mais do que podem, 17% dos entrevistados admitem que costumam extrapolar o orçamento na hora das compras de Dia dos Namorados. As justificativas mais frequentes foram o merecimento da pessoa (24%), a vontade de agradar o parceiro, não importando o tamanho do gasto (22%) e a vontade de agradar o parceiro, não importando se o entrevistado teria que fazer dívidas (18%).

 

A pesquisa sinaliza que muitos dos consumidores que vão presentear estão com problemas financeiros: quase três em cada dez (26%) consumidores que pretendem comprar presentes têm contas em atraso atualmente e 22% estão com o nome sujo. Além disto, 8% afirmam que deixarão de pagar alguma conta para poderem presentear. Por outro lado, 78% dos entrevistados declararam que não têm o hábito de passar do limite e estourar o próprio orçamento com a data.

Mais da metade dos consumidores (68%) afirmam ter a intenção de fazer pesquisa de preço antes de comprar presentes, principalmente as mulheres (75%). “Vale reforçar a importância deste comportamento responsável, tendo em vista que a inadimplência é prejudicial tanto para o consumidor, que tem seu acesso ao crédito limitado; quanto para o lojista, que deixa de receber por uma venda já concretizada. Sobretudo em momentos de recessão, o consumidor deve respeitar o tamanho do próprio bolso, fazendo pesquisas de preço e pagando as compras de preferência à vista”, afirma Kawauti.

 

Roupas, perfumes e calçados lideram a preferência de compra.

 

Os presentes mais procurados por quem vai presentear serão as roupas (30%), perfumes, cosméticos e maquiagem (18%), calçados (11%), acessórios como cinto, óculos e bolsas (9%), flores (7%), bombons e chocolates (5%), jantares (4%) e celulares e smartphones (3%).

 

O estudo buscou identificar não apenas os presentes mais procurados por quem vai presentear como detectar também os presentes que o consumidor mais gostaria de receber no Dia dos Namorados. A ordem é a mesma: roupas (23%), perfumes (15%), calçados (10%) e acessórios (9%), que também lideraram o ranking da relação de presentes mais desejados.

 

Quanto aos locais de compras, os shoppings centers são os destaques, com preferência de quase um terço (32%) dos entrevistados. As lojas de rua (22%), shopping populares (10%), lojas de departamento (7%) e lojas online pela internet (4%) completam a lista. Para escolher o local, os fatores mais decisivos são o preço (56%), a qualidade dos produtos ofertados (37%) e as promoções e descontos (32%). Cerca de 36% pretendem fazer as compras de última hora, apenas nas vésperas do Dia dos Namorados.

 

 

A maior parte dos entrevistados (37%) pretende comemorar a data em sua própria casa. A comemoração em restaurantes foi a opção escolhida por 22% dos entrevistados e 8% vão optar pela casa do namorado(a). Dois em cada dez entrevistados (19%) ainda não sabem ou não decidiram onde vão celebrar a data.

 

Baixe na integra: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas/pesquisa/3027