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29/05/2018 - Número de consumidores que regularizaram dívidas tem maior alta desde o final de 2015, revela SPC Brasil e CNDL

O crescimento é de 3% no acumulado de 12 meses. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a região Sudeste teve maior variação positiva com 33%, seguido do Nordeste com 26%

 

O Indicador de Recuperação de Crédito, mensurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país aponta um crescimento expressivo de 3% em abril no número de consumidores que conseguiram recuperar o crédito, considerando o acumulado dos últimos em 12 meses. Esta é a maior alta registrada desde o outubro de 2015. O dado é obtido a partir das exclusões de registros de inadimplência mediante pagamento integral da dívida ou renegociação do débito.

 

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os dados refletem a gradual retomada da economia brasileira. “Apesar do aumento de pessoas que pagaram dívidas atrasadas, o volume de contas em aberto ainda é grande. Mas na medida em que a melhora da economia passe a resultar em queda do desemprego e no aumento da renda da população, o consumidor deve voltar a obter crédito”, destaca a economista.

 

Sudeste foi a região que mais colocou pendências financeiras em dia

 

Entre as regiões que apresentaram maior variação positiva no número de devedores com recuperação o crédito, o Sudeste é destaque no mês de abril, com  33%, se comparado ao mesmo período do ano anterior. Em seguida vem o Nordeste, com alta de 26 %. A região Norte mostrou estabilidade do indicador no período,  sem mostrar variação, enquanto as demais regiões tiveram variações mais tímidas do que a média nacional (25%), embora tenham registrado alta: Centro-Oeste (12%) e Sul (4%).

 

Dados do Indicador de Recuperação de Crédito revelam ainda que do total de inadimplentes que quitaram suas pendências em abril, a maior parte (46%) tem idade entre 30 e 49 anos. A segunda faixa que mais recuperou crédito (13%) foi a dos consumidores entre 18 a 29 anos, enquanto o público acima de 65 anos representa outros 12%. Na abertura por gênero, os números mostram que 51% dos que recuperaram o crédito são do sexo feminino e 45%, do sexo masculino.

 

Volume de dívidas renegociadas fica estável no acumulado de 12 meses, mas resultado é o melhor desde maio de 2016

 

Outra informação mensurada pelo indicador é o volume de dívidas quitadas. No acumulado de 12 meses, o dado ficou estável no mês de abril. Apesar de ainda ser um dado negativo, é o melhor resultado  registrado desde   maio de 2016, quando esse número chegou mostrou alta de 1%. No auge da crise, em setembro de 2016, o indicador chegou a -9%. Queda ainda mais expressiva aconteceu nas regiões Sul (-14%) e Norte (-11%). Houve também recuo de 3% no Sudeste e  estabilidade do indicador no Nordeste. Apenas a região Centro-Oeste teve alta no número de dívidas quitadas em atraso (2%).

 

Entre o total de dívidas pagas, a maior fatia (56%) está relacionada a instituições financeiras — cartão de crédito, financiamentos, empréstimos e seguros. O segundo tipo de dívida em atraso que foi mais regularizada refere-se às contas de água e luz, representando 23%. Em terceiro lugar aparecem pendências quitadas no crediário ou boleto no comércio, com 11%. Já as dívidas de contas de telefone, TV por assinatura e internet corespondem a  5%.  “É muito importante evitar o superendividamento. A recomendação para o consumidor que precisa priorizar alguma conta é quitar as dívidas com juros mais elevados”, orienta a economista.

 

Metodologia

 

O Indicador de Recuperação de Crédito mostra a evolução da quantidade de devedores que deixaram o cadastro de inadimplentes num dado mês por conta do pagamento das suas pendências em atraso, bem como a quantidade de dívidas. Para isso, são usados os registros de saída de CPFs das bases a que o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) tem acesso. Os dados são de abrangência nacional.

 

Baixe na íntegra: www.spcbrasil.org.br

Fonte: www.cndl.org.br

 

22/05/2018 - Para um terço dos empresários, Copa do Mundo deve impulsionar vendas do comércio e serviços, apontam SPC Brasil e CNDL

Entre os que projetam crescimento nas vendas da própria empresa, a expectativa é de aumento de 27% no faturamento. Cerca de 20% já se preparam para atender a alta da demanda e apostam, principalmente, em promoções para atrair clientes.


A um mês do início da Copa do Mundo, que este ano será na Rússia, a expectativa é de que o evento esportivo movimente a economia brasileira, mesmo à distância. Um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que três em cada dez (33%) micro e pequenos empresários dos ramos do comércio e serviços estimam que as vendas dos setores como um todo aumentem no período dos jogos. Outros 19% enxergam uma queda no volume de vendas, enquanto 47% acham que o torneio não terá impacto no resultado dos segmentos. Entre os que projetam crescimento nas vendas da própria empresa (20%), a estimativa é de que o volume médio de vendas seja 27% superior ao mês anterior do mundial.


Na percepção da maioria dos empresários entrevistados, esse otimismo refere-se ao aumento do faturamento, principalmente, em setores que lucram com o consumo sazonal de produtos nesta época e estão diretamente ligados ao evento, como souvenirs (80%), comércio informal (72%), bares e restaurantes (68%), supermercados (66%), comércio eletrônico (57%) e transporte (51%). “A Copa do Mundo sempre injeta ânimo na economia e deve aquecer, sobretudo, os setores do comércio e serviços, que encontram uma oportunidade gerada pelo clima de euforia das torcidas com as comemorações após as partidas”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.


Outro dado curioso mostra que para 29% dos entrevistados o aumento das vendas do próprio negócio com a Copa depende do desempenho da seleção brasileira nos gramados, sobretudo se o time chegar até a final (21%) – esse percentual é ainda maior (25%) entre os comerciantes.


Empresários apostam em promoções para atrair o consumidor


O estudo também revela que dois em cada dez empresários entrevistados (20%) afirmam já estar se preparando para atender ao aumento da demanda durante os jogos. As promoções são a grande aposta para atrair o consumidor (42%). Para 20%, há intenção de ampliar seus estoques e 10% contratar mais funcionários. Além disso, estão previstas ações como decoração com bandeiras e cores do Brasil (37%), divulgação do estabelecimento (25%) e ampliação do mix de produtos ofertados (22%).


Por outro lado, a maioria dos empresários entrevistados (80%) sinalizou que não pretende fazer algum tipo de investimento especial. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, essa decisão não significa falta de interesse por parte do lojista em lucrar com o evento. “São estabelecimentos que não têm relação direta com o consumo da Copa ou, até mesmo, já contam com uma estrutura adequada para suportar a demanda extra”, pondera.


Perguntados sobre o tempo que estão levando para se preparar, 73% reconhecem que têm deixado para mais perto do evento — há menos de três meses começaram a pensar no que será feito. Já outros 21% vêm se preparando em um período de quatro a seis meses do início da Copa do Mundo e uma minoria (5%) investe no próprio negócio com antecedência — de seis a 12 meses.


Entre os que estão se preparando para a Copa do Mundo, 50% disseram que utilizarão capital da própria empresa e 24% recursos pessoais. “O alto percentual de empresários que utiliza dinheiro do próprio bolso ou da empresa para investir no estabelecimento pode revelar o receio em assumir dívidas frente a um cenário econômico promissor, mais ainda sob os efeitos de recessão”, comenta Marcela Kawauti.


Mais de sete em cada dez entrevistados (74%) afirmam que as melhorias implementadas no estabelecimento serão mantidas, mesmo após o término dos jogos da Copa, indicando que os investimentos, em sua maioria, serão permanentes. Questionados sobre os critérios estabelecidos para realizar as adequações na empresa para a Copa do Mundo, um quarto (25%) afirma que usou um pouco da intuição sobre o que as vendas no período dos jogos podem gerar e outros 25% mencionaram a experiência positiva que tiveram na Copa passada.


73% das lojas não pretendem alterar horário de atendimento ao público


Apesar da diferença de fuso-horário, a maioria das partidas será realizada em horário comercial. Por esta razão, o estudo também buscou identificar possíveis alterações na rotina e no funcionamento das empresas durante a realização dos jogos. Com relação ao horário de atendimento, 73% das empresas afirmam que manterão a mesma rotina praticada atualmente. Cerca de 15% disseram que o horário será reduzido e 7% afirmam que adotarão horário estendido.


De olho no potencial de vendas da Copa do Mundo, 12% prevê um aumento na variedade de produtos. Enquanto para 82%, o mix permanecerá inalterado e 3% planeja uma redução. Já o estoque de produtos será igual para 78%, de acordo com o levantamento.


Quanto ao preço a ser cobrado por produtos e mercadorias, a maioria (88%) garantiu que manterá os preços atuais. Apenas 5% dos entrevistados afirmam que os preços durante a Copa estarão mais baratos e 3% mais caros.


Quase 30% das empresas vão liberar os funcionários durante as partidas dos jogos do Brasil


Um ponto que sempre chama a atenção é como será o esquema nas empresas quando o Brasil estiver em campo. Questionadas sobre a política que será adotada, quase três em cada dez empresas ouvidas (28%) disse que vai dispensar seus colaboradores para assistirem às partidas. Na contramão, 24% afirmam que os funcionários devem trabalhar normalmente durante as partidas, enquanto 17% pretendem montar um espaço especial para que os colaboradores assistam aos jogos dentro da organização ― sobretudo as do setor de serviços (20%). “Para não terem de fechar as portas durante os jogos, muitas empresas instalam televisões em pontos centrais. O futebol é uma paixão nacional e desperta o sentimento de patriotismo”, destaca a economista Marcela Kawauti.


Entre as empresas que pretendem dispensar os funcionários, o levantamento constatou que cerca de 84% não irão descontar as horas não trabalhadas de seus colaboradores. Só uma em cada dez (11%) afirma ter a intenção de fazer essas deduções ― especialmente os prestadores de serviço (17%) ―, sendo que 10% fará por meio de banco de horas. No caso em que os funcionários puderem assistir aos jogos no próprio local de trabalho, a pesquisa revela que 93% das empresas não descontarão as horas na folha.


Metodologia


 

A pesquisa ouviu 800 empresários dos setores de comércio varejista e serviços, de todas regiões do País, com o objetivo de levantar os impactos nas vendas com a Copa de 2018 e como as empresas estão se preparando para um dos maiores eventos esportivos do mundo. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais para uma confiança de 95%. 


Fonte: www.site.cndl.org.br

Baixe na íntegra: www.spcbrasil.org.br

09/04/2018 - Um em cada quatro usuários de cartão de crédito entraram no rotativo em fevereiro, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

 

35% dos consumidores utilizaram o cartão de crédito para realizar alguma compra. 47% dos que tomaram empréstimo ou financiamento atrasaram parcela. 41% estão no vermelho, sem conseguir pagar todas as contas

 

 

 

O Indicador de Uso do Crédito apurado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) mostra que 35% dos consumidores fizeram uso do cartão de crédito para realizar alguma compra em fevereiro e um em cada quatro (24%) usuários entraram no rotativo, sendo que 10% pagaram um valor entre o mínimo e o total. A maioria (72%) afirma ter pagado o valor integral da fatura.

 

 

 

A sondagem ainda investigou o uso de outras modalidades de crédito, pré-aprovados ou não, e constatou que quatro em cada dez consumidores (41%) utilizaram alguma delas: o crediário foi mencionado por 9%; o cheque especial por 6%, e os empréstimos também 6%, além dos financiamentos (3%).

 

 

 

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, atrasos no rotativo custam muito caro e o consumidor precisa ter consciência disso. “O pagamento do mínimo não é algo com que se deve contar, sob pena de ver a dívida crescer muito rápido. Mesmo que se aplique as novas regras do cartão de crédito, que determinam que os atrasos devem ficar no máximo 30 dias no rotativo, a opção de parcelamento da fatura também envolve altas taxas, que chegam a mais de 170% ao ano, na média”, alerta.

 

 

 

O levantamento revela ainda que cerca de 20% dos brasileiros tiveram crédito negado em fevereiro ao tentarem parcelar uma compra em estabelecimentos comerciais ou contratar serviços a prazo. A inadimplência (9%) e a falta de comprovação ou insuficiente de renda (5%) foram as principais razões para a negativa.

 

 

 

“O acesso ao crédito é um fator de inclusão no mercado de consumo, mas que requer bastante cuidado. O consumidor que tem acesso ao crédito consegue antecipar o consumo de bens que, de outro modo, só seriam conquistados depois de um tempo de poupança. Mas muitos consumidores acabam se perdendo no atalho do crédito e comprometendo a própria vida financeira”, afirma a economista.

 

 

 

O Indicador de Uso do Crédito que varia de zero a 100, marcou 26,2 pontos, sendo que quanto mais alto, maior a utilização de modalidades de crédito.

 

 

 

Valor médio do total da fatura do cartão de crédito em fevereiro foi de R$ 928

 

 

 

De acordo com a sondagem, entre os que usaram cartão de crédito em fevereiro, 39% aumentaram o valor da fatura com relação ao mês anterior, enquanto 19% notaram redução e 36% que o valor permaneceu o mesmo. Questionados sobre o gasto total da fatura, o valor médio foi de R$ 928,28.

 

 

 

A lista de itens comprados com o cartão de crédito é variada. Os alimentos no supermercado foram os itens mais citados, lembrados por 64% dos consumidores. Em seguida, vieram os remédios (43%), as roupas, calçados e acessórios (33%) e combustível (32%).

 

 

 

48% dos que tomaram empréstimo ou financiamento atrasaram parcelas

 

 

 

No total, apenas 11% dos consumidores consideram a tomada de crédito como algo fácil nos dias de hoje. Para 54%, trata-se de algo dificil, ao passo que 18% consideram regular. Entre as classes C, D e E, a percepção de que é difícil contratar crédito é maior, chegando a 60% desses consumidores.

 

 

 

Sobre as dificuldades que o mau uso do crédito pode acarretar, o levantamento aponta que 47% dos tomadores de empréstimos e financiamentos atrasaram, em algum momento, parcelas dessa dívida – sendo que 21% ainda possuem prestações pendentes.

 

 

 

41% estão no vermelho, sem conseguir pagar todas as contas

 

 

 

De acordo com o Indicador de Propensão ao Consumo, entre os produtos que os consumidores pretendem comprar em abril, excluindo os itens de supermercado, os remédios lideram a lista (21%). Em seguida, aparecem as roupas, calçados e acessórios (19%); a recarga para celular (14%), entre outros.

 

 

 

Refletindo sobre a própria situação financeira, a maior parte diz estar no vermelho, sem conseguir pagar todas as contas (41%) ou no zero a zero – não sobrando e nem faltando dinheiro no orçamento (40%). Apenas 15% dizem estar com sobra de dinheiro.

 

 

 

A principal razão para estar no vermelho, segundo esses entrevistados, é o fato de os bens de consumo estarem mais caros, mencionada por (46%). Além disso, menciona-se a queda da renda (26%), a perda do emprego (19%) e o descontrole dos gastos (9%).

 

 

 

“Os dados acerca da situação financeira dos consumidores são bastante claros ao mostrar que, apesar de a economia ter iniciado um processo de recuperação, muitas famílias ainda estão em situação de aperto. Justamente esses casos demandam mais cuidado no uso do crédito, pois o acesso irrestrito e o uso irrefletido das modalidades disponíveis pode agravar ainda mais a situação”, explica o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. “À medida que a renda se recupere e o desemprego caia de maneira mais expressiva, o quadro da situação financeira das famílias deve melhorar, motivando o consumo de maneira geral e, em particular, o uso do crédito”, conclui.

 

 

 

Metodologia

 

 

 

A pesquisa abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

 

Fonte: www.site.cndl.org.br

 

Baixe na íntegra: www.spcbrasil.org.br/pesquisas/indice/4441

 

 

05/04/2018 - CDL Linhares se reúne com Comandante do 12º Batalhão.

Nesta quarta-feira (04), a Diretoria da CDL Linhares, representada por Jhullia Schvambach (Presidente), Daniel Cesconeto Jr e Lodovico Taquetti reuniram-se com o comandante do 12º Batalhão, Tenente-coronel Risperi, para solicitar mais policiamento nas áreas comerciais, principalmente na região do centro da cidade, pelo elevado número de ocorrências, inclusive à noite.


Após o acolhimento das demandas, o comandante do batalhão apresentou como é feito o policiamento nas áreas de comércio da cidade, onde foram mostrados dados e informações sobre atuação da Polícia Militar nessas regiões, bem como reafirmou o compromisso de servir e proteger, que a Polícia Militar tem com a sociedade, e que sempre se busca adequar as demandas da população com a realidade e capacidade de atuação da PMES.


Na oportunidade, o comandante ressaltou a importância de registrar a ocorrência. A realização do B.U (Boletim Unificado) é fundamental, tanto para direcionamento das ações, quanto para reivindicações de mais efetivo para a cidade.