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17/09/2014 - Número de dívidas renegociadas cai 1,66% em agosto, mostra indicador do SPC Brasil.

Para os economistas do Serviço de Proteção ao Crédito, com baixa capacidade de pagamento, menos brasileiros devem limpar o nome para consumir no Natal deste ano

 

O volume de dívidas regularizadas, calculado a partir das exclusões dos registros de inadimplência do banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas)recuou 1,66% em agosto de 2014, frente ao mesmo mês do ano passado. A retração observada no último mês veio após uma leve alta de 0,97% verificada em julho. Nos oito primeiros meses deste ano, o indicador apresentou cinco quedas na base anual de comparação.

 

 

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, explica que o recuo do indicador de recuperação de crédito, analisado em conjunto com a inadimplência em trajetória de alta, indica uma deterioração da capacidade de pagamento do consumidor brasileiro. "Os indicadores refletem as condições menos favoráveis da atividade econômica tanto para o consumo quanto para a quitação de dívidas. Este cenário é impactado negativamente pela manutenção dos juros e da inflação em patamares elevados e pelo enfraquecimento do mercado de trabalho", afirmou.

 

Em relação a julho de 2014, a retração na recuperação de crédito foi mais expressiva, de 2,92%. Já no acumulado do ano, o número de consumidores que saldaram suas dívidas em atraso e voltaram a ter crédito no mercado apresentou uma contração de 1,06%.

 

Na avaliação dos economistas do SPC Brasil, o encolhimento do número de consumidores que têm pagado suas dívidas é um sinal de que a recuperação de crédito – que tradicionalmente cresce nos últimos meses do ano para que o consumidor se veja livre de dívidas para as compras de Natal e contas de início de ano – deve encontrar um ambiente menos propício e apresentar resultados menos expressivos do que os de 2013.

 

Fonte SPC Brasil

12/09/2014 - 82% dos brasileiros consideram importante ter o 'nome limpo', mas 40% não fazem planejamento.

64% dos entrevistados já pagaram alguma conta atrasada, apurou o Serviço de Proteção ao Crédito

 

Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira'Meu Bolso Feliz' nas 27 capitais descobriu que grande parte dos brasileiros reconhece a importância de manter as contas em dia. Dentre os consumidores entrevistados, 82% consideram que ter o 'nome limpo' é um dos bens mais preciosos que uma pessoa pode ter. Apenas 6% disseram não se importar em ter o CPF negativado.

No entanto, apesar da aparente preocupação da maior parte da população, uma outra parcela significativa dos brasileiros admite assumir atitudes arriscadas. Seis em cada dez entrevistados (64%) reconhecem que já pagaram, pelo menos uma vez em suas vidas, alguma conta atrasada, ao passo que 17% nunca o fizerem. Já o hábito de fazer um PLANEJAMENTO FINANCEIRO não é prática corriqueira para pelo menos 40% dos entrevistados. Outro dado que acende o sinal de alerta é que 14% da amostra confessou ter o costume de deixar de pagar algum compromisso financeiro para utilizar o DINHEIRO na aquisição de um produto que desejam ter, mesmo que sem necessidade.  

Para o educador financeiro do portal 'Meu Bolso Feliz, o segredo para uma vida financeira saudável é praticar atitudes conscientes e saber quais são os limites do próprio bolso. "Planejamento é fundamental. Quem lida com o orçamento de forma mais organizada, pensa antes de gastar e não entra em armadilhas. Com atitudes assim, fica mais fácil manter o nome limpo", comenta Vignoli. Os economistas do SPC Brasil reforçam que estar com o CPF negativado acarreta uma série de dificuldades na vida particular e profissional dos consumidores, como estar impedido de realizar compras parceladas ou abrir contas em banco, enfrentar barreiras na hora de financiar um carro ou a casa própria e até mesmo conseguir uma recolocação no mercado de trabalho.  

Dez dicas para manter o 'nome limpo'


Confira 10 dicas que os especialistas do 'Meu Bolso Feliz' dão para o consumidor manter o 'nome limpo' e continuar consumindo da maneira saudável

1. Seja organizado. Faça uma planilha e anote todos os gastos mensais fixos, como água, luz, telefone, aluguel, condomínio, alimentação, escola, entre outros. Não se esqueça de incluir os gastos extras e supérfluos;

2. Dê previsibilidade aos seus gastos. Faça o cálculo do quanto você ganha, subtraindo as contas que são essenciais. Desse modo, você já começa a ter uma noção do quanto tem de DINHEIRO para gastar com as coisas que gosta e poupar pensando no futuro;

3. Seja prudente. Reflita se os seus gastos são de fato necessários e avalie o que pode ser adiado ou até mesmo cortado da lista de compras;

4. Tenha zelo pelo seu nome. Nunca empreste seu CPF para terceiros realizarem compras e não permita que outra pessoa, mesmo que seja parente próximo ou amigo, use seu cartão de crédito. Ao assumir a divida de terceiros, por ingenuidade, falta de cuidado ou por uma simples gentileza, a pessoa passa a arcar com todas as consequências, caso o tomador do nome emprestado não consiga honrar o compromisso assumido. Você pode perder não só o dinheiro como a amizade.

5. Tenha um bom controle das datas que vencem seus compromissos financeiros. Ao utilizar cheques, por exemplo, verifique se sua conta tem fundos suficientes para cobrir o valor da folha. O mesmo cuidado serve para os cheques pré-datados na data marcada para o depósito;

6. Faça um uso inteligente do cartão de crédito. Nunca exceda o seu limite, pois isso gera a cobrança de taxas extras. O cartão de crédito pode ser útil para momentos de emergência;

7. Pague sempre suas contas em dia, pois isso evita a cobrança de juros. Poucos dias de atraso podem representar multas aparentemente pequenas, mas se você juntar várias contas, o valor desembolsado pode assustar;

8. Não tenha medo de pedir uma renegociação. É possível conseguir bons resultados como reduzir o tamanho das prestações, obter juros menores e prazos mais alongados. Se a intenção do consumidor for pagar a dívida atrasadas a vista, é possível até pedir um desconto no valor total. Além disso, é necessário que o consumidor mantenha a disciplina e não assuma novas dívidas enquanto estiver pagando as prestações atrasadas.

9. Evite surpresas desagradáveis. Caso mude de residência, informe imediatamente o seu novo endereço aos seus credores. Dessa maneira, você evita a perda de faturas e recebimentos com atraso, sendo obrigado a pagar juros e multas desnecessárias que encarecem ainda mais a dívida;

10. Resista às tentações das propagandas e não insista em manter um estilo de vida que não combina com a sua renda. Cuidado com o poder que fatores psicológicos exercem sobre você. Por uma questão de expressão social, algumas pessoas compram descontroladamente apenas para impressionar a família, os amigos e até mesmo para compensar frustrações. Sem planejamento, essas pessoas adquirem produtos supérfluos e acabam se endividando excessivamente.   Fonte SPC Brasil

11/09/2014 - Vendas do comércio recuam 1,1% em julho, diz IBGE

Essa queda não era registrada desde outubro de 2008.
Na comparação com julho do ano passado, vendas caíram 0,9%.

 

As vendas do comércio varejista seguiram em queda em julho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recuo foi de 1,1% em relação ao mês anterior. Essa queda não era registrada desde outubro de 2008, quando a variação também foi negativa, de 1,1%.

Na comparação com julho do ano passado, o comércio mostrou queda de 0,9%.

Em relação ao mês anterior, a maioria das atividades tiveram aumento no volume de vendas, com destaque para veículos e motos, partes e peças (4,3%); material de construção (3,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (2,1%). No entanto, por outro lado, caíram as vendas de Móveis e eletrodomésticos (-4,1%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,4%).

Já frente a julho do ano anterior, registraram queda as vendas de móveis e eletrodomésticos (-9,2%); tecidos, vestuário e calçados (-4,4%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,1%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-8,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-12,4%), entre outros.

De acordo com o IBGE, quem mais contribuiu para a queda do índice nacional do varejo nessa base de comparação foram os móveis e eletrodomésticos.

"Esta variação foi influenciada pelo menor ritmo de crescimento do crédito com recursos livres. Cabe ressaltar que as altas de preços dos principais produtos que compõem esta atividade estão acima do índice geral. Este resultado foi impactado ainda pela redução do número de dias úteis comparado com o mesmo mês do ano anterior, em função da Copa", disse o IBGE, em nota.

O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, cresceu 0,8% em relação ao mês anterior e caiu 4,9% frente ao mesmo mês de 2013.

O resultado foi influenciado pelas vendas de veículos que mostrou alta de 4,3% sobre junho e queda de -12,5% em relação a julho de 2013. "Além da redução do número de dias úteis, o desempenho da atividade, em relação ao mesmo mês do ano anterior, também foi influenciado pelo menor ritmo do crédito e pelo comprometimento da renda da familiar, provocando desaceleração do consumo nesta atividade", afirmou o IBGE.

 

Fonte G1

11/09/2014 - Pesquisa aponta profissões em alta no Brasil em 2014; veja lista

Levantamento mapeou os cargos mais demandados em 7 áreas.
Gerentes são os profissionais mais procurados em 5 setores.

 

Pesquisa da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, mapeou as profissões mais demandadas em 2014 no Brasil. O levantamento inclui as áreas de finanças e contabilidade, mercado financeiro, vendas, marketing, engenharia, SEGUROS e jurídico.

Os cargos em alta são: gerente contábil, gerente de riscos, gerente de vendas, gerente de marketing, engenheiro de vendas, gerente comercial/novos negócios e advogado sênior especializado em consultivo tributário.

O aumento na demanda por esses cargos pode ser explicado em função do momento econômico do país. "Em cenários menos favoráveis, a regra é alavancar vendas, controlar custos e melhorar a eficiência das operações", afirma Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half no Brasil.

Confira a lista dos profissionais mais procurados:

1) Finanças e contabilidade: Gerente contábil
O mercado de finanças e contabilidade sofre com uma contínua escassez de profissionais que tenham conhecimentos em inglês e perfil "parceiro do negócio".
Perfil esperado: formação em contabilidade, com CRC ativo, inglês fluente, atualizado com as normas contábeis brasileiras e internacionais, que seja capaz de entender e influenciar o negócio e que tenha boa comunicação.

2) Mercado financeiro: Gerente de riscos (mercado, crédito, liquidez, operacional)
Os bancos têm se readequado às novas legislações e às regulações do Banco Central. Para isto, a demanda em áreas de controles, compliance e risco está aquecida.
Perfil esperado: Formação em cursos como administração, economia e engenharia, Profissionais analíticos, com perfil organizado e de processos. Inglês fluente é mandatório.

3) Vendas: Gerente de vendas
Momento econômico tem forçado as empresas a apostar na força de vendas para alavancar os resultados e a rentabilidade. A profissionalização de alguns setores, especialmente os relacionados a serviços, vem impactando ainda mais a demanda na área de vendas das empresas.
Perfil esperado: consultivo, com foco na necessidade do cliente  e visão global de negócios. O nível da formação acaba ficando em segundo plano e a experiência conta, principalmente, quando se trata de produtos e serviços específicos e relacionamento prévio com clientes-chave.

4) Marketing: Gerente de marketing
A área de marketing vem passando por um momento de reestruturação nos últimos semestres. As organizações optaram por estruturas mais enxutas, ganho de sinergia e agrupamento de mais responsabilidades sob equipes menores. O gerente de marketing com experiência e visão de negócios é mais valorizado nesse cenário.
Perfil esperado: Formação em faculdades de primeira linha, experiência internacional e línguas são valorizadas, principalmente em empresas globais.

5) Engenharia: Engenheiro de vendas
O engenheiro consultivo e integrado ao negócio vem sendo cada vez mais demandado em diferentes indústrias, principalmente quando se trata da área comercial técnica. A indústria dá preferência a contratar engenheiros nas áreas comerciais, pois a formação técnica permite que ele entenda a necessidade do cliente de forma específica para propor soluções completas.
Perfil esperado: Além dos conhecimentos técnicos, as empresas valorizam cada vez mais habilidades como comunicação, visão estratégica, negociação e relacionamento interpessoal. Inglês fluente continua a ser uma exigência para muitos cargos. Formação em faculdades renomadas é um diferencial.

6) SEGUROS: Gerente comercial/novos negócios
Com a profissionalização e o desenvolvimento da indústria de SEGUROS e resseguros no país, cresceu a demanda por foco em desenvolvimento de relacionamento em novas contas.
Perfil esperado: Capacidade de conquistar novos clientes para aumentar a carteira, além de experiência e habilidade estratégica para identificar as melhores oportunidades no mercado.

7) Jurídico: Advogado sênior especializado em consultivo tributário
Com o aumento da preocupação das empresas em desenvolver planejamentos tributários que possibilitem economia financeira, cresce a demanda por advogados com conhecimento na área.
Perfil esperado: tanto para empresas, quanto para escritórios, os profissionais devem ter formação de primeira linha, especialmente em direito e contabilidade. Para os escritórios é essencial a formação jurídica e para empresas, dependendo do escopo, apenas o contábil supre as necessidades, mas o profissional mais valorizado é o que possui as duas formações. É valorizada a experiência pregressa em empresas de auditoria.

Fonte G1

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