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31/10/2014 - Associado, pensando em você, a CDL investe em sua equipe para melhor atende-lo.

E com muita dedicação, jovem de 20 anos assume cargo de Supervisora Comercial.

A jovem Ana Paula Serrano voltou a compor o time da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Linhares no início de Outubro. Ela é a mais nova Supervisora Comercial e começou a atuar diretamente com a equipe.

Formada em técnica administrativa e graduando administração a jovem chega com bastante disposição e já planeja novidades no setor comercial da CDL. Durante entrevista Ana Paula demonstrou que vai fazer seu trabalho com muita dedicação.

 

CDL : Como Supervisora Comercial, há algum planejamento já traçado junto à equipe comercial, ou a equipe num todo?

Ana Paula: Inicialmente, estamos fazendo análise da situação atual, mas a primeira ação é levar o melhor atendimento para os nossos associados e para isso já estamos elaborando um planejamento.

 

CDL: Você que já trabalhou na CDL Linhares, como é voltar e voltar nessa função?

Ana Paula: Estou muito feliz em retornar a CDL Linhares, pois sempre tive orgulho de ser parte dessa equipe, e ter a oportunidade de atuar como Supervisora Comercial de uma entidade cuja eu sempre admirei é imensamente prazeroso.

 

CDL: Quais metas que pretende alcançar junto a CDL?

Ana Paula: A CDL Linhares valoriza o associativismo, e minha meta é crescer junto com a equipe para que assim possamos reforçar esse conceito, sendo fonte de apoio e informação aos nossos associados, disponibilizando novos benefícios, construindo novas parcerias, buscando produtos que possam suprir as demandas das empresas, e sobre tudo continuar aperfeiçoando o nosso atendimento.

 

CDL: O que os Associados e os comerciantes linharenses podem esperar?

Ana Paula: Dedicação, trabalho e empenho em oferecer atendimento com excelência.

 

Sempre empenhada em proporcionar o melhor atendimento aos associados, a CDL investe em sua equipe.

23/10/2014 - Consumidor prevê inflação de 7,5% nos próximos 12 meses, diz FGV

Índice é o mesmo de abril, o mais alto desde novembro de 2005.
Em setembro, a expectativa era de 7,3%.

 

Em outubro, o consumidor brasileiro prevê para os próximos 12 meses que a inflação chegue a 7,5%, segundo o Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), retornando ao nível de abril, o mais alto desde novembro de 2005 (7,8%). Em setembro, a expectativa era de 7,3%.

Segundo a economista Viviane Seda Bittencourt, da FGV/IBRE, "o aumento das expectativas de inflação futura pelos consumidores advém possivelmente da percepção de aceleração recente da inflação, que se mantém pressionada, principalmente pelo grupo alimentação".

Segundo a pesquisa do Banco Central, a expectativa dos economistas para a inflação deste ano, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, permaneceu em 6,45%. Para 2015, a previsão do mercado ficou estável em 6,30%.

expectativa do governo federal este ano para o IPCA é de 6,45%. Em 2013, a inflação ficou em 5,91%.

Pelo sistema que vigora atualmente no Brasil, a meta central tanto para 2014 quanto para 2015 é de 4,5%, mas com intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida.

A Sondagem do Consumidor da FGV coleta mensalmente informações de mais de 2100 brasileiros em sete das principais capitais do país (Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília e Recife). Cerca de 3/4 dos entrevistados respondem aos quesitos relacionados às expectativas de inflação.  A pergunta quantitativa possui a seguinte formulação: Na sua opinião, de quanto será a inflação brasileira nos próximos 12 meses? A resposta é inteiramente livre e nenhum valor é sugerido ao entrevistado.

FONTE: G1

23/10/2014 - Preços de educação e recreação sobem e pressionam inflação semanal

IPC-S manteve a variação de 0,49% na terceira prévia de outubro, diz FGV.
Aumentaram mais preços de espetáculos, esgoto e calçados masculinos.

 

A alta de preços de gastos relativos a educação, leitura e recreação ganhou força (de 0,04% para 0,19%) e pressionou a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S). Na terceira prévia de outubro, o índice variou 0,49%, repetindindo a taxa da semana anterior, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

A maioria das desepesas analisadas pela pesquisa mostrou aumento de preços: habitação (0,49% para 0,52%); saúde e cuidados pessoais (de 0,53% para 0,59%); vestuário (de 0,60% para 0,80%); e despesas diversas (de 0,14% para 0,19%).

Na contramão, mostraram avanço menor de preços os grupos alimentação (de 0,65% para 0,57%); transportes (de 0,38% para 0,28%); e comunicação (de 0,67% para 0,61%).

Veja o comportamento de alguns itens:
Salas de espetáculo (de 0,28% para 1,43%)
Taxa de água e esgoto residencial (de -0,09% para 0,36%)
Perfume (de 0,30% para 0,60%)
Calçados masculinos (de 0,58% para 1,25%)
Serviço religioso e funerário (de 0,36% para 0,69%)
Refeições em bares e restaurantes (de 0,57% para 0,45%)
Automóvel usado (de -0,20% para -0,50%)
Pacotes de telefonia fixa e internet (de 0,86% para 0,18%)

FONTE: G1

22/10/2014 - 53% dos empresários devem contratar mão de obra extra para o fim do ano, revela estudo do SPC Brasil

Menos otimista que em 2013, empresariado achata remuneração e opta por contratações tardias. Ao todo, mais de 209 mil vagas devem ser criadas


Com a aproximação das festas de fim de ano, os lojistas se preparam para atender a demanda aquecida do Natal, ampliando o seu quadro de funcionários. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) nas 27 capitais revela que mais da metade (53%) dos empresários dos setores do comércio e de serviços já contratou ou pretende contratar trabalhadores temporários neste fim de ano. Estima-se que até o término de 2014 aproximadamente 209 mil temporários sejam absorvidos para preencher as vagas de emprego disponíveis.

A pesquisa indica, contudo, que neste ano os empresários estão mais reticentes em contratar. Em 2013, a estimativa do SPC Brasil era de que mais de 233 mil vagas seriam criadas para o mesmo período. Além disso, em 2014, aumentou de maneira expressiva a quantidade de empresas que ainda estão esperando um sinal positivo do mercado para contratar: elas eram 20% em 2013 e passaram para 28% em 2014. Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a elevação do percentual de contratações tardias sinaliza que o empresariado está cauteloso, esperando até o último momento para investir em mão de obra temporária, a fim de evitar prejuízos e gastos desnecessários com a folha de pagamento.

O estudo mostra que quem procura uma colocação temporária em 2014 deve ficar atento, pois a maioria das contratações deve ocorrer entre os meses de outubro (37%) e novembro (38%),segundo a avaliação dos empresários pesquisados. Apenas 13% já efetuaram as contratações nos meses de agosto e setembro e 7% devem realizá-las somente em dezembro, quando faltarem poucas semanas para o Natal.

"O cenário de compasso de espera se dá por conta dos fracos indicadores econômicos. Temos observado sucessivas pioras no desempenho do comércio e da indústria, com reflexos significativos no emprego e na confiança de consumidores e empresários. Em meio às incertezas no campo da economia, os empresários parecem postergar ao máximo suas decisões", afirma a economista.

Para os especialistas do SPC Brasil, não existe um mês ideal para que as contratações sejam realizadas. Cada empresa deve fazê-la de acordo com o mercado e com o fluxo de vendas previsto para o final do ano. Apesar disso, é recomendável que os temporários sejam contratados com certa antecedência para que possam ser treinados e avaliados antes que o movimento pré-festas fique mais intenso. "Muitas vezes os lojistas acabam continuando com esses colaboradores por mais um tempo após o Natal por causa da alta demanda no período de troca de presentes e de liquidações no início de ano", explica Flávio Borges, gerente financeiro do SPC Brasil.


Menos efetivações e salários mais baixos

Sete em cada dez (70%) empresários ouvidos pela pesquisa não pretendem aumentar o número de contratações temporárias em 2014, na comparação com o ano passado.Na média, cada empresa deve contratar até o fim do ano entre três e quatro trabalhadores para reforçar seu quadro de funcionários. A intenção de efetivação dos temporários também apresentou queda. Em 2013, 52% das empresas pretendiam fazer pelo menos uma efetivação após o término do contrato dos temporários; este ano, o percentual passa a ser de 32%.

Com menos disposição para aumentar o volume de contratações, os empresários também devem diminuir o tamanho da remuneração paga aos seus novos funcionários. Pouco mais da metade (51%) das empresas que fazem uso da mão de obra temporária planeja pagar um salário mínimo (R$ 724,00) aos contratados. Na comparação entre 2013 e 2014, o SPC Brasil e a CNDL observam que houve queda no intervalo de remuneração de dois a três salários mínimos (de R$ 1.448,00 a R$ 2.172): no ano passado, 30% das empresas disseram que o pagamento de seus funcionários temporários estaria nesta faixa, enquanto que este ano apenas 28% afirmaram o mesmo. O salário médio do trabalhador temporário em 2014 deve ser de R$ 935,54.

Prática bastante habitual entre comerciantes e prestadores de serviços, o pagamento de comissões como remuneração complementar ao salário, deve estar presente em 35% das contratações. A maioria (60%) dos novos funcionários deve ser remunerada somente por meio dos salários e em alguns casos, também com benefícios como ticket refeição e vale transporte. Além disso, duas em cada dez (19%) contratações devem ser informais, ou seja, sem carteira assinada.


Perfil do trabalhador desejado

De acordo com o levantamento, as funções mais procuradas pelas empresas são as de vendedor e balconista (46%), caixa (28%), garçom (24%), estoquista e repositor (15%), auxiliar de limpeza (10%) e ajudante de cozinha (6%).

Reforçar o quadro de funcionários para dar conta do aumento da demanda no período pré-festas (81%) é o motivo mais citado pelos entrevistados na hora de justificar as contratações extras, mas há também os empresários que contratam pensando em melhorar a sua competição no mercado (10%) e aqueles que se planejam para lidar com a rotatividade de funcionários (8%). Dentre os empresários que não pretendem contratar (47%) nenhum trabalhador, um terço (33%) disse que aumentaria a carga horária de seus atuais funcionários para suprir a demanda do período.

A pesquisa procurou conhecer as características pessoais e as habilidades profissionais dos empregados mais requisitadas pelos comerciantes e prestadores de serviços. Ser dinâmico (53%), comprometido (37%), trabalhar em equipe (26%) e ser comunicativo (25%) são as principais características desejáveis para o profissional buscado. Outra característica curiosa é que o público feminino tem mais oportunidades nos empregos temporários: 44% dos empresários entrevistados preferem mulheres, principalmente entre as empresas do setor de comércio (46%).

Para completar o perfil, 60% dos empresários buscam profissionais com até 34 anos de idade e para 89% dos recrutadores, ter o ensino médio completo ou incompleto é o suficiente para se ocupar o posto, mesmo que o trabalhador não tenha um curso extracurricular na área pretendida.

"As contratações temporárias são uma boa oportunidade para o jovem que está procurando o primeiro emprego ou para quem está desempregado e quer se reposicionar no mercado de trabalho. Ter desenvoltura para lidar com o público é importante, mas não se pode descartar uma boa dose de comprometimento e dedicação. Uma dica importante aos candidatos é encarar o trabalho temporário com seriedade e como uma porta de entrada para permanecer na empresa", orienta o gerente financeiro, Flávio Borges.


Expectativa de vendas

De acordo com a pesquisa, as perspectivas de vendas para o fim de ano esboçam um quadro positivo, embora com menos intensidade se comparado com a expectativa observada na pesquisa do ano passado. Se por um lado, o percentual de pessimistas caiu de 12% em 2013 para 6% em 2014, o número de empresários que acreditam em vendas superiores às registradas no ano passado também retraiu, passando de 55% para 46%. Isso fez com que a quantidade de empresários com percepção estável sobre o mercado - ou seja, que projetam vendas no mesmo patamar do ano passado - saltasse de 28% para 42%.

A economista do SPC Brasil, Marcela Kawauti avalia que apesar dos recentes indicadores sinalizarem que o consumo está perdendo força no país, é natural que o período natalino impulsione as vendas no comércio, já que, tradicionalmente, é a data de maior lucratividade para o varejo nacional. "O tom predominantemente otimista do empresariado pode ser interpretado como uma esperança em recuperar as perdas que eles registraram ao longo do ano em outras datas comemorativas", explica.


Metodologia

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) entrevistaram in loco 623 empresários e gestores de empresas dos segmentos de serviços e de comércio nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro é de no máximo 3,9 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%. Isso significa que em 100 levantamentos com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões.

Os objetivos da pesquisa foram sondar as perspectivas de contratação de mão de obra temporária para o fim do ano, investigar percepções gerais sobre o mercado de contratações e mapear o perfil do profissional desejado para as contratações temporárias. 

Baixe a pesquisa completa em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/pesquisas



Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL / SPC Brasil

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