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30/09/2014 - 64% dos consumidores já se arrependeram por compras que não precisavam, revela Meu Bolso Feliz

Pesquisa do portal Meu Bolso Feliz e do SPC Brasil também mostra que 60,1% dos brasileiros fazem compras por impulso, mas somente quando estão podendo

Um detalhamento de uma pesquisa encomendada pelo portal Meu Bolso Feliz e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) para analisar a relação que o brasileiro tem com as finanças pessoais mostra que seis em cada dez consumidores (64,2%) já se arrependeram por ter comprado coisas que não precisavam. Para realizar o estudo os pesquisadores ouviram 656 consumidores de todas as capitais brasileiras.

Na avaliação dos especialistas do SPC Brasil, o fato de as pessoas comprarem itens e se arrependerem depois revela que aquela compra provavelmente foi motivada por impulsos psicológicos de comprar imediatamente, ou seja, involuntária, feita sem pensar e que não foram planejadas e calculadas dentro do orçamento pessoal.

"O ato de comprar pode provocar uma sensação de bem estar, euforia e relaxamento, o que induz os consumidores a agir por impulso em busca desse tipo de recompensa e prazer imediato. Além disso, o bombardeio publicitário e as facilidades do parcelamento dão a impressão de que essas compras não vão abalar o próprio orçamento", explica o educador financeiro do portal Portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli.

A pesquisa mostra ainda que o brasileiro declara ser um comprador impulsivo, mas apenas quando está podendo, ou seja, quando está com dinheiro no bolso. 55,7% do total de entrevistados negam que fazem compras por impulso quando querem comprar muito alguma coisa, mas se estão podendo a situação é diferente: seis em cada dez consumidores (60,1%) afirmam que só fazem compras impulsivas, "quando o orçamento permite".

De modo geral, o estudo mostra que 14,7% dos consumidores gastam mais do que o planejado para exibir estilo ou para mostrar a própria personalidade. Além disso, 22,9% parcelam as compras -- mesmo quando o valor é muito alto -- para poder comprar ainda mais.

Na avaliação de José Vignoli, as compras impulsivas podem funcionar como uma válvula de escape para sentimentos como ansiedade e insegurança com a própria identidade. "É tanto que duas em cada dez pessoas [22,8%] entrevistadas concordam que vale a pena fazer uma dívida para comprar uma roupa que as façam sentir especiais e 21% dos ouvidos fazem gastos não planejados somente para se sentirem valorizados", explica. Mas por outro lado, comprar por impulso -- mesmo quando se está com dinheiro -- revela, segundo o especialista, gastos desnecessários, falta de planejamento e desperdício de dinheiro do consumidor, que poderia ser utilizado em itens realmente necessários.

"Aquele dinheiro que está sobrando e que foi usado para comprar algo que talvez o consumidor nunca use pode ser poupado e aplicado para ser usado em uma situação de emergência financeira ou para realizar um sonho a longo prazo", explica.

O orientador convida os impulsivos a fazerem um exercício mental:"pensem 'eu não vou me proibir de comprar, afinal, eu posso, mas não vai ser agora'. Na maioria das vezes, a vontade passa e depois dá até preguiça de voltar para comprar", aconselha.



Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL / SPC Brasil

30/09/2014 - Vendas em supermercados do Brasil crescem 2,63% em agosto

Resultado era esperado pela Abras, entidade do setor.
No acumulado do ano, o crescimento nas vendas foi de 1,63%.

 

As vendas dos supermercados no Brasil subiram 2,63% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado, e avançaram 2,53% na comparação com julho. No acumulado do ano, entre janeiro e agosto, o crescimento nas vendas foi de 1,63% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O balanço foi divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Em valores nominais, contando a inflação, as vendas do setor apresentaram crescimento de 2,79% em relação ao mês anterior e, quando comparadas a agosto de 2013, alta de 9,31%. No acumulado do ano, as vendas em valores nominais cresceram 7,94%.

De acordo com o presidente do Conselho Consultivo da Abras, Sussumu Honda, o resultado de agosto vem de encontro às previsões da entidade de continuidade de vendas positivas neste segundo semestre.

Houve aumento de faturamento em agosto comparado a julho, pois o mês contou com cinco finais de semana completos, o que impacta fortemente as vendas do setor.

A manutenção da taxa de desemprego em 5% em agosto também contribuiu para o resultado do setor. “Estamos otimistas com as vendas do setor e esperamos que principalmente depois de outubro o consumidor fique mais estimulado a comprar com a proximidade das festas de final de ano”, diz Honda.

Fonte: G1.com

30/09/2014 - Bancários decidem entrar em greve na terça por tempo indeterminado

Assembleias realizadas nesta segunda-feira decidiram aderir à greve. 
Categoria pede 12,5% de reajuste e melhores condições de trabalho.

Bancários de bancos públicos e privados decidiram em assembleias realizadas nesta segunda-feira (29) entrar em greve a partir de terça (30), por tempo indeterminado, segundo informou em nota a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Até as 22h desta segunda, 20 estados confirmaram adesão à greve, além do Distrito Federal: Acre, Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe.

O que para e o que funciona
Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, informou que a greve será iniciada apenas em agências bancárias. Caixas eletrônicos, serviços de teleatendimento e centros administrativos continuam funcionando.

Porém, segundo Cordeiro, existe a possibilidade de estender a greve a outros setores se as negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) demorarem. "A nossa greve sempre começa pelas agências bancárias. A cada dia que passa que isso [acordo entre a categoria e os bancos] não ocorre, a greve tende a crescer e atingir setores mais estratégicos", diz Cordeiro.

Reivindicações dos bancários
Os trabalhadores que decidiram pela greve pedem reajuste salarial de 12,5%, além de piso salarial de R$ 2.979,25, PLR de três salários mais parcela adicional de R$ 6.247 e 14º salário. A categoria também pede aumento nos valores de benefícios como vale refeição, auxílio creche, gratificação de caixa, entre outros.

Além do aumento de salário e benefícios, os bancários também pedem melhores condições de trabalho com o fim de metas consideradas abusivas, combate ao assédio moral, igualdade de oportunidades, entre outras demandas.

No sábado (27), o Comando Nacional dos Bancários confirmou o indicativo de greve mesmo após uma nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). As instituições financeiras elevaram o reajuste de 7% a 7,35% para os salários, enquanto o aumento no piso da categoria foi de 7,5% para 8%. No entanto, os novos índices foram considerados insuficientes pelos bancários em reunião realizada em São Paulo.

Em 2013, os trabalhadores do setor promoveram uma greve de 23 dias, que foi encerrada após os bancos oferecerem reajuste de 8%, com ganho real de 1,82%. A duração da greve na época fez a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pedir um acordo para o fim da paralisação, temendo perdas de até 30% nas vendas do varejo do início de outubro.

29/09/2014 - Banco Central baixa para 0,7% previsão de alta do PIB neste ano

Se confirmada, será a menor expansão da economia desde 2009.
Até meados de 2016, inflação não deve ficar abaixo de 5%, estima BC.

 

O Banco Central baixou nesta segunda-feira (29), por meio do relatório de inflação do terceiro trimestre deste ano, sua previsão para o crescimento da economia brasileira em 2014 de 1,6% para 0,7%.

Se confirmado, será o pior desempenho desde 2009, quando houve retração de 0,33%. Essa foi a segunda revisão para baixo da expectativa de expansão da economia em 2014. No início do ano, a autoridade monetária previa uma alta de 2% para o PIB.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, e serve para medir a evolução da economia. Em 2013, a economia cresceu 2,5%.

"A trajetória do PIB na primeira metade de 2014 sugere menor crescimento da economia este ano em relação ao observado em 2013. Para o segundo semestre, as perspectivas indicam atividade em expansão", informou o BC.

A previsão do BC está acima da estimativa feita pelo governo federal na semana passada, de uma alta de 0,9% para o PIB deste ano, mas está bem acima da expectativa do mercado financeiro - que prevê um crescimento de apenas 0,29% para este ano.

A estimativa do Banco Central também é superior ao do mercado financeiro. De acordo com o boletim Focus, os economistas esperam um crescimento de 0,29% do PIB em 2014.

Inflação
A autoridade monetária baixou um pouco, no relatório de inflação divulgado hoje, sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país.

Para 2014, a previsão do BC para o IPCA recuou de 6,4%, em junho, para 6,3% nos cenários de referência (juros e câmbio fixos) e de mercado (com a estimativa dos bancos para juros e câmbio).

Para o ano que vem, estretanto, a expectativa da autoridade monetária para o IPCA subiu em ambos os cenários. No cenário de referência, passou de 5,7% para 5,8% e, no de mercado, avançou de 6% para 6,1%.

O Banco Central informou ainda que sua estimativa de inflação para os doze meses até junho de 2016 está em 5% no cenário de referência e em 5,2% no cenário de mercado.

Deste modo, até meados de 2016, a autoridade monetária informou que não prevê inflação abaixo de 5% (em doze meses).

Preços ao consumidor
O BC informou, por meio do relatório de inflação, que a "evolução favorável" dos preços ao consumidor no trimestre encerrado em agosto refletiu o "arrefecimento da variação dos preços livres, em particular, a deflação nos grupos alimentação e transportes".

"Prospectivamente, a deflação recentemente observada dos preços no atacado e os efeitos
defasados das ações de política monetária [alta de juros implementada entre abril de 2013 e maio deste ano], entre outros aspectos, sugerem contenção das pressões altistas de preços ao consumidor nos próximos meses", informou o BC no relatório de inflação.

Sistema de metas
Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o IPCA. Para 2014 e 2015, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Deste modo, as estimativas do BC divulgadas nesta quinta-feira mostram o IPCA longe da meta central de 4,5% estabelecida para 2014 e 2015, embora ainda esteja dentro do intervalo de tolerância existente, começando a cair mais fortemente, em direção ao centro da meta, somente em 2016. O teto do sistema de metas de inflação brasileiro é um dos mais altos do mundo.

Fonte: G1.com

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