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30/01/2015 - Liquidações do início do ano são oportunidades para lojistas e clientes

Os descontos podem chegar a 50% em alguns estabelecimentos de Linhares.

 

Após as vendas de Natal, as lojas de Linhares abrem a temporada dos preços baixos e das promoções para liquidar os estoques.

 

Os descontos variam de 10% a 50% em alguns estabelecimentos, oportunidade principalmente para o consumidor que não comprou no final do ano já aguardando à temporada de liquidações.

 

Para o Presidente da CDL Linhares, Marcelo Japhet Giurizatto, é uma oportunidade que o lojista tem de desafogar o estoque já se preparando para a próxima coleção e a renovação das mercadorias. “Já para o cliente que economizou no final do ano é um momento excelente para comprar produtos da coleção atual com descontos que variam de 10 a 50% em alguns estabelecimentos”, afirmou.

 

De acordo com o presidente do Sindicato dos Lojistas de Linhares, Ilson Pessoa, a queda dos preços é comum nesta época do ano principalmente nos produtos que foram adquiridos em grande quantidade pelos lojistas para o final do ano, como roupas e acessórios; brinquedos e artigos pessoais.

 

“Ao planejar o Natal, os lojistas normalmente fazem encomendas ligeiramente superiores às suas expectativas de vendas, de forma a evitar desabastecimento significativo na época de maior consumo do ano. É uma oportunidade para os lojistas atraírem os clientes para a loja e para os consumidores encontrarem preços baixos”, afirmou o presidente do Sindicato Lojistas de Linhares, Ilson Pessoa.

 

O proprietário do estabelecimento Ticabum Kids, Adésio Magnago, afirma que esse momento é para desafogar o estoque que foi preparado para atender o fluxo de consumidores no final do ano. “Neste início de 2015, estamos com promoção em produtos de moda praia até o volta as aulas, o consumidor leva quatro produtos e paga dois, são 50% de desconto a vista, são promoções que atendem do recém-nascido ao Teen”, destacou.

 

“Com aumento nos compromissos neste período do ano e com o movimento que é fraco, precisamos não só vender as mercadorias do estoque, mas encontrar alternativas para movimentar a loja e dar conta das prioridades. Portanto, a oportunidade para o cliente é muito boa, porque ele tem chances de comprar produtos do momento pela metade do preço”, finalizou Adésio. 

 

 

O Presidente da CDL Linhares, Marcelo Japhet Giurizatto destaca que essas liquidações tendem a movimentar um período em que o comércio em sua grande maioria sofre uma queda, devido aos compromissos dos consumidores com férias, e volta às aulas dos filhos.  

28/01/2015 - Comércio e Serviços do Espírito Santo geram mais de 11 mil empregos formais em 2014

Segmentos contribuíram para a expansão 1,29% do mercado de trabalho capixaba, porém o balanço geral de 2014 foi o pior desde 2003

  

Os segmentos de Serviços e Comércio no Espírito Santo geraram juntos 11.900 empregos de carteira assinada em 2014. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o desempenho desses setores contribuíram para a expansão de 1,29% do mercado de trabalho capixaba, isto é, um saldo positivo (admissões menos demissões) de 10.113 empregos formais no Estado.

 

No entanto, o balanço do ano passado foi o menor registrado pelo Caged desde 2003, quando foram criadas 15.773 vagas de trabalho. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio-ES) avalia o desempenho anual como um reflexo da desaceleração da economia nacional. “É pesado para o mercado de trabalho capixaba manter uma geração de emprego satisfatória quando o país inteiro passa por uma crise econômica”, pondera José Lino Sepulcri. 

 

No setor de Serviços, foram abertas 7.345 novas oportunidades de trabalho. Entretanto, em dezembro, o setor teve perda de 2.340 empregos, uma contração de 0,68%, enquanto em novembro, o mesmo, teve saldo de contratação de 544 novos trabalhadores.

 

Já o Comércio capixaba gerou, em 2014, 4.575 empregos. No entanto, o mês de dezembro que, culturalmente, apresenta números mais elevados de contratações temporárias, teve apenas 788 postos de trabalho criados, uma expansão de apenas 0,40%. “Ainda assim, o Comércio capixaba foi o único setor de atividade econômica que cresceu neste período”, destaca Sepulcri. Em novembro, as contratações de trabalhadores no setor foram de 1.599.

 

Dessa forma, em dezembro, houve declínio de 1,10% no nível de emprego no Estado. Isto é, menos 8.803 postos de trabalho. O resultado decorreu da queda em quase todos os setores, com destaque para Construção Civil, com menos 2.941 empregos; Indústria da Transformação, com menos 2.926 empregos e Serviços, com menos 2.340 postos.

 

Municípios com melhores saldos em dezembro

 

No ranking de municípios que geraram mais empregos em dezembro, dentre as cidades da Grande Vitória, apenas Guarapari desponta em primeiro lugar com saldo de 548 novas vagas de emprego, expandindo 2,87%. As demais cidades da região tiveram saldo negativo no tocante a geração de emprego. Serra retrocedeu 1,17%, com -1.558 postos de trabalho. A geração de emprego em Vitória encolheu 0,8%, em função do saldo de -1.325 postos.

 

 

Fonte: Fecomércio ES

27/01/2015 - Especialistas dão dicas para atrair consumidores e manter o giro da loja.

Em tempos de cautela e retração no varejo, especialistas dão dicas para atrair consumidores e manter o giro da loja, seja física ou virtual.

 

“Se o consumidor está receoso para gastar, dê motivos relevantes para que ele o faça”. A frase de Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC,) resume bem o comportamento que o lojista deve manter ao longo de 2015 para quebrar essa “barreira da confiança” e fazê-lo continuar comprando.

 

Fazer liquidações bem montadas. Criar semanas temáticas de descontos. Oferecer sempre novidades – e de quebra, serviços. Investir na força de vendas para serem decisivas na “experiência” do cliente. E usar a internet, as redes sociais e, se preciso fazer um trabalho pós venda – e o melhor, de baixo custo - só baseado em mensagens SMS e whats´app. Afinal, independente do cenário econômico, o varejo não pode parar.

 

Mas quanto mais dicas, melhor. “Desovar estoques para fazer caixa e administrar a todo momento sortimento, preços, exposição de produtos e promoções dentro do cenário previsto são as primeiras providências”, afirma Dayse Maciel Araújo, especialista em varejo do Programa de Administração do Varejo da Fundação Instituto de Administração (Provar/FIA).

 

Liquidações para queimar estoque, inclusive, merecem cuidado especial. Segundo Leandro Silva, especialista em varejo e professor do Centro Universitário Newton Paiva, em 2015 elas servirão mais para capitalizar do que para girar estoque indesejado . Ou apenas para adaptar o mix à nova realidade do país.

 

“É uma faca de dois gumes: será positiva se gerar capital e liquidez para a empresa. Ou negativa se virar uma constante, já que os clientes podem não se interessar mais por lançamentos, esperando só a queima futura.”

 

Eduardo Terra, da SBVC, diz que, se esse é o ano de resguardar os custos e cuidar melhor da gestão em linhas gerais, também é de desenhar promoções e ofertas diferentes e relevantes, para fazer quem tem dúvida querer gastar.

 

“O varejo terá que ser criativo para não ficar um só dia sem esforço promocional que tenha começo, meio e fim – o que não significa só queimar preço. Tem que ter apelo, como a Black Friday.”

 

FAZER A “LIÇÃO DE CASA” PARA CONTINUAR A CRESCER

 

Mas, ao contrário do que se imagina em um momento de retração, investir pode ser um bom negócio. Marcelo Menta, gerente de consultoria da GS&MD, diz que, nesse momento, o ideal é investir na ampliação do potencial das lojas físicas. 

 

“É muito mais barato e eficiente explorar um consumidor fiel do que conquistar novos mercados. E sem esquecer do canal digital, que expandiu esse potencial por não ter fronteiras físicas e requerer investimentos menores.”

 

Já Silvio Laban, especialista em varejo e coordenador dos programas de MBA do Insper, lembra que, em cenário de retração e cautela, o desafio é sair à frente da concorrência, que deverá investir em expansão para não perder terreno. O ideal é fazer a “lição de casa” e pensar em maior eficiência e cortes de custo que não sejam “burros” a princípio, como reduzir equipes.

 

A otimização de estoques também ajuda a evitar perdas, assim como negociar com fornecedores formas de gerar vantagens para todos. “Melhorar a gestão não significa só vender de forma mais estruturada, mas com menos gordura – e mais musculatura”, diz. 

 

Por fim, o atendimento, é um dos pontos críticos e que deve sempre ser priorizado. Dayse Maciel, do Provar/FIA, afirma que, mesmo gastando menos, o consumidor não tem como deixar de comprar – daí a importância de investir em treinamento e reter quem conhece melhor o ramo. “Vendedor preparado é essencial para manter o histórico de vendas. Se não dá para crescer muito em vendas, aumenta-se a participação.”

 

 

Com informações do Diário do Comércio.

26/01/2015 - NÃO EXISTE TAXA DE RENOVAÇÃO DO SIMPLES NACIONAL

ALERTA! NÃO EXISTE TAXA DE RENOVAÇÃO DO SIMPLES NACIONAL.  

 

Tendo em vista as fraudes que estão sendo praticadas, a CDL Linhares informa aos Associados que se enquadram como microempresários e empresas de pequeno porte que não existe taxa de renovação ou inscrição para o Simples Nacional.

Portanto, nenhum pagamento deve condicionar a opção ou a renovação.

 

Essa inclusão depende exclusivamente do atendimento às exigências da LC 123/06 e da opção gratuita realizada no cadastro do Simples Nacional. 

Também é importante lembrarem que o prazo para se adequarem ao novo Simples Nacional termina na próxima sexta dia 30.

 
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